Maringá, 08 de Abril de 2020
OdontoAtual Della Pizza
 
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ADEMAR SCHIAVONE
Memórias de um bom sujeito
 

A ESTRADA DA VIDA NÃO TEM CAMINHOS DE VOLTA

AS PODEROSAS
Na estrutura política de Maringá, Cleuza Piccinin é, com certeza, uma das mulheres mais poderosas.  Começou quando, funcionária municipal, se encantou com a administração de Ricardo Barros.  Dedicou-se de corpo e alma, como sempre faz em tudo, a administração. Sua capacidade como diretora da Fundação do Desenvolvimento Social de Maringá – órgão que foi substituído depois pela Secretaria de Ação Social – era tão visível que despertou a atenção do então prefeito.
Ricardo a nomeou presidente da fundação.
Fez um trabalho magnífico e altamente produtivo, principalmente o dedicado a socorrer os mais pobres.  Crianças nas ruas não existiam mais. Pedintes desapareceram. Moradores de rua tinham aonde ir.  Foi a única vez em que a cidade teve mesmo uma assistência social efetiva e produtiva. A Fundação, na sua presidência, teve o seu melhor momento.  Ela trabalhava mais que o Unibanco. Sempre disponível trinta horas por dia.  Era incansável.
Com o termino do mandato do Ricardo, assumiu Said Ferreira.  Um dos seus primeiros atos, foi demitir a  Cleuza do serviço publico.  Indevidamente, claro.
Foi trabalhar no escritório político do Ricardo Barros.
Está lá até hoje.  É a chefe e a líder de uma equipe azeitada e muito bem coordenada.
Se no serviço publico revelou-se uma extraordinária líder, na atuação política tornou-se poderosa.
Fora das que disputam eleição como candidatas, Cleuza Piccinin é com certeza, a mulher mais poderosa da cidade na área política.
Tem um jeito especial de pedir mandando.  Tem um jeito especialíssimo de juntar voluntários. Sabe como ninguém, dizer não. É extremamente leal e sincera com os amigos e conquista sempre novos admiradores e colaboradores.  Ela é a chave do sucesso político que o deputado Ricardo Barros tem com uma legião enorme de voluntários e colaboradores em todas as campanhas.
Leal com os amigos chora com eles quando não consegue resolver algum problema. E, porque é sensível, diz não com naturalidade quando o pedido é abusivo.
Cleuza Piccinin é uma mulher modesta nas atitudes e no jeito pessoal de ser. Mas é poderosa no jeito pessoal de fazer política.  Tem sabedoria inata e aprendeu muito ao longo da sua dedicada carreira.
Só para concluir: depois de doze anos da sua demissão, por decisão unânime do STF ela foi readmitida na prefeitura e se aposentou.

PETROBRAS
Recebi de varias pessoas, um e-mail deveras interessante: segundo consta na ata do dia oito de abril deste ano, da Assembléia Geral Ordinária, da Petrobras, foi aprovada a verba paga de abril de 2009 a março de 2010 aos membros do Conselho de Administração da empresa.
Cada um está recebendo a irrisória quantia de R$ 76.542,59 por mês o que importa em R$ 918.511,11 em um ano. É exatamente isso: mais de setenta e seis mil reais por mês cada um.
Os Conselheiros, nove ao todo, não tem tempo para dar conselho a ninguém. Dois são ministros, um é irmão de ministro, um é empresário de grande sucesso no país e os outros cinco, são membros executivos do PT.
Tai uma explicação do porque o chefe mor do partido, o presidente Luizinho,  não quer instalar a CPI da Petrobrás no senado.
É só conferir no Site da Petrobrás.

MAIS UMA SARNEY/PETROBRAS
Como em todas as semanas acontece uma nova, agora a denuncia é a de que a Fundação José Sarney desviou quinhentos mil reais de doações feitas pela Petrobras.
E o Luizinho ordena e os senadores obedecem: “segurem o homem no poder. Ele é probo, tem historia e é nosso aliado. Precisamos dele para governar”...
Governar o que meu Deus?

MEMORIAS DE UM BOM SUJEITO
Na época em que a população trabalhava e muito, para a construção da nossa cidade, principalmente no aspecto associação de classe e política, João Paulino Vieira Filho, promotor de justiça, apareceu como o grande líder que reinou por  mais de duas décadas.
Formou um grupo de amigos, a maioria sem cor partidária, que o apoiava e participava de tudo.  Esse grupo estava baseado no Lions Clube.  Dentre seus integrantes, alguns se destacavam sobremaneira.  Já falei de Ermelindo Bolfer, de Waldemar Allegretti, de Jitsuji Fujiwara.  Hoje vou falar de um cidadão de respeito cuja liderança empresarial, social e comunitária foi um exemplo.
Manoel Mario de Araujo Pismel.  Veio para a cidade na década de cinqüenta junto dos pais e irmãos, para aqui instalar uma agencia Ford: a Pismel Maringá.
A par do trabalho comercial na empresa, Manoel Mario foi fazer parte da vida social da cidade. Trabalhou e muito no Lions, na ACIM, na política, no Maringá Clube.  Sempre liderando com inteligência, com sagacidade e com espírito publico.
Participei com ele em muitas ocasiões.
Ele estava sempre preocupado com o coletivo, com a comunidade, com os resultados.
Em 1977 o governador Jaime Canet Junior instalou o governo, durante uma semana, em Maringá.  Por ordem do João Paulino, fui o elemento de ligação entre a prefeitura e o governador e seus secretários.  Todos estavam aqui.
Como acontece nessas ocasiões, durante o dia as reuniões eram políticas e administrativas. À noite recepções e festas.
O governador Canet, um homem decidido e austero, num dia me chamou: “quero uma noite só prá mim.  Vou jantar na casa do Manoel Mario Pismel e, como convidados só o João Paulino e a Branca”.
A mulher do governador é parente do Pismel e, além disso, são amigos de longa data.
Noutra oportunidade o Maringá Clube estava em dificuldades.  Ninguém queria ser presidente.  Como a maioria dos sócios do Lions era sócia do clube, o assunto acabou vindo à baila.  Os leões, liderados pelo Manoel Mario assumiram a direção e restauraram a ordem na casa.
Manoel Mario de Araujo Pismel é um bom sujeito.  Desses leais, sinceros, participativos e atuantes. E durante muito tempo, enquanto teve saúde perfeita, fez historia na cidade.  Uma historia de lutas, de vitorias, de tropeços, mas uma linda historia de vida comunitária respeitável e, sobretudo, admirável. Pelos amigos que conquistou. Pela família que construiu. Pela cidade que ajudou a crescer.

VERGONHA NACIONAL
Quando um chefe  de estado e de governo afirma que a cobrança ética da sociedade é uma hipocrisia – Lula defendendo Sarney - está explicado como acabou a vergonha geral do povo brasileiro e da nação.
E quando acaba a vergonha nacional, toda indecência vira normal.  Com a maior naturalidade considera-se que dinheiro público deve ser gasto para assegurar vantagens especiais em favor dos que tem por função cuidar da coisa publica.
As falcatruas do presidente do senado em favor dos seus familiares e amigos, as passagens aéreas internacionais pagas por deputados e senadores para mulheres, filhos, sogras, noras, amantes, é coisa absolutamente normal. Tinham o direito de fazer isso. A verba é deles mesmos.
A contratação de assessores irregulares, o pagamento de despesas sem comprovação, o empréstimo de celulares para filhos no exterior, tudo isso é normal, a nomeação de parentes e afilhados através de atos secretos é coisa natural e normal.
Até deixar de declarar bens como mansões de mais de quatro milhões, é coisa absolutamente correta e não merece reparos.
O que não é normal é a gente assistir tudo isso sem falar nada.
Sem gritar, sem dizer que não concorda. Sem espernear. Isso se chama coonestar. Isso é co-participar com o crime que esses maus políticos cometem todos os dias.
Como não há mais no país uma juventude capaz de ir às ruas, pintar a cara e protestar, só tem um jeito de acabar com essa safadeza oficial: pelo voto no ano que vem.
Só pelo voto poderemos derrubar do poder esses maus políticos que enxovalham a honra nacional. Que abusam do direito de apropriar-se da coisa publica em toda sorte de falcatruas e de manobras.
É hora de os homens e mulheres de boa vontade, começar a fazer a campanha em favor de gente honesta e que seja capaz de mudar esse lastimável estado de coisas a que estamos submetidos por políticos corruptos e que pululam no país inteiro.

APARELHO DE SURDEZ
O medico atende seu paciente que estava com um novo aparelho de surdez.
- então seu Jacinto: está ouvindo bem com esse novo aparelho?  Já contou para o pessoal?
Responde o Jacinto: estou ouvindo maravilhosamente bem.  De qualquer distancia.  Não contei a novidade prá ninguém. Mas já mudei meu testamento cinco vezes.

TER RAZÃO OU SER FELIZ?
Oito da noite,  transito engarrafado e um casal está se dirigindo para a casa de amigos para o jantar.
A mulher que houvera consultado o mapa antes de sair, pede ao marido para virar à direita.  Ele contesta e diz que é à esquerda.  Ela concorda e sorri.
Em poucos instante ele admite que errou e faz meia volta.
- porque você não insistiu se tinha certeza de que era à esquerda?
- entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.  Se insistisse acabaríamos brigando.


NUNCA SE JUSTIFIQUE.  OS AMIGOS NÃO PRECISAM E OS INIMIGOS NÃO ACREDITAM MESMO.


 
  
Os artigos, conceitos e opiniões pessoais são de inteira responsabilidade do autor.
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