Maringá, 22 de Maio de 2018
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14.09.2017
Fux homologa termos da delação que envolve ministro e vice-governadora
O Jornal do Povo reproduz trecho da delação do dono da empreiteira Valor, Eduardo Lopes de Souza, que envolve o ministro Ricardo Barros e a vice-governadora Cida Borghetti na Operação Quadro Negro.

Segundo o empreiteiro, Barros, apontado como “quem mandava”, teria negociado mesada de R$ 15 mil para seu cunhado em troca de nomeação na vice-governadoria. Fontes consultadas pelo site Contraponto indicam que o ministro Luiz Fux, do STF, homologou os termos de delação, Souza fez 25 depoimentos ao todo.

O empresário contou como participou de um grande esquema de arrecadação para beneficiar agentes públicos e financiar campanhas políticas, incluindo a da reeleição de Beto Richa. Dos R$ 20 milhões que teria recebido para construir escolas, pelo menos R$ 12 milhões repassou para os beneficiários.

Cumprida a elaboração, apresentação e aceitação dos termos pela Procuradoria-Geral da República, a advogada Rose Baggio fará a defesa do empreiteiro na justiça.

No trecho da delação em que cita o ministro da Saúde, Ricardo Barros, e a vice-governadora Cida Borghetti e seu irmão, Juliano Borghetti, o dono da Valor deu detalhes de como ocorreu a suposta negociação:

“Eu conheço o Juliano Borghetti desde a primeira campanha do Cássio Taniguchi à prefeitura de Curitiba. Nós dois trabalhamos na campanha e a partir de então ficamos amigos. No ano de 2014 ele me procurou e disse que, apesar de ser irmão da vice-governadora do estado, Maria Aparecida Borghetti (Cida Borghetti), estava impossibilitado de assumir cargos públicos no governo, por estar com sua imagem desgastada em razão de uma briga de torcidas em que tinha se envolvido na cidade de Joinville/SC, fatos que tiveram repercussão nacional.

Disse que, entretanto, foi-lhe dado o direito à nomeação de um cargo na vice-governadoria, com salário de aproximadamente R$ 15.000,00 (quinze mil reais) e me propôs a “venda” dessa nomeação. Disse que eu poderia colocar meu filho Gustavo no cargo e em contrapartida eu pagaria ao Juliano uma quantia “por fora”.

Paralelamente, a Mari tinha comentado comigo que o Edmundo Rodrigues da Veiga Neto, diretor geral da Seed, estava querendo tirá-la de lá, e pediu que eu conversasse com o Fanini para conseguir uma função comissionada para ela em outro setor do governo.

Além disso, eu sabia que a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) era da “cota” da família Barros (a vice-governadora é casada com o deputado federal e atual ministro da Saúde Ricardo Barros). Eu tinha a informação de que as licitações da sema, que até então eram realizadas na Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seil), passariam a ser feitas pela própria Sema.
então, com base em todas essas informações, eu fiz a seguinte proposta ao Juliano Borghetti: eu indicaria a Mari para aquele cargo que ele me ofereceu na vice-governadoria. na sequência eles providenciariam a lotação dela na Sema, onde deveria ser nomeada presidente da futura comissão de licitação. E então eu pagaria a ele a quantia de R$ 10.000,00 (dez mil reais) por mês.

Como eu já estava acertado com o Maurício Fanini na Fundepar, eu teria a possibilidade de ampliar meus negócios no governo, entrando em outra secretaria. Assim, eu resolveria também o problema com a Mari, que vivia me pedindo dinheiro, e teria um acréscimo salarial significativo, o que poderia me aliviar um pouco também.

O Juliano, então, disse que tinha que falar com o deputado Ricardo Barros, pois era quem “mandava”. Algum tempo depois marcamos reuniões na vice-governadoria e no diretório estadual do Partido Progressista (PP), que fica na rua Vieira dos Santos, próximo ao Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba/PR.
Numa das reuniões no diretório do PP o deputado Ricardo Barros disse que concordaria com a proposta, mas era para eu pagar R$ 15.000,00 (quinze mil reais) mensais para o juliano.

Na entrada do diretório à direita ficava uma sala usada pelo Juliano, mas as reuniões eram na sala usada pelo deputado Ricardo Barros, no final do corredor à esquerda. Nessas reuniões ele disse que colocaria a Mari na Sema e que, em relação aos contratos que eu ganhasse lá, a gente “acertava” posteriormente, na época da campanha. Ele disse que não gostava de receber valores ao longo da execução das obras. batemos o martelo e a mari foi nomeada num cargo na vice-governadoria.

Alguns dias depois o Juliano me disse que a vice-governadora Cida Borghetti queria falar comigo. Nós fomos até o gabinete dela na vice-governadoria e ela me agradeceu pessoalmente por ter resolvido a situação do irmão dela. A Mari comentou comigo que o Ricardo Barros a levou pessoalmente até a sema e a apresentou para o então secretário. Como aquela mudança para realização das licitações da Sema ainda não tinha ocorrido, a Mari permaneceu na vice-governadoria. Depois de um tempo ela me pediu para mudar para a Fundepar, enquanto a situação da Sema não se resolvia. mas como a Fundepar também não estava em funcionamento, continuou na vice-governadoria.

A nomeação da Mari na vice-governadoria ocorreu no começo do ano de 2015 e a partir de então eu paguei para o Juliano Borghetti os R$ 15.000,00 (quinze mil reais) mensais. Ele ia buscar o dinheiro comigo lá na Valor. Aconteceu que, cerca de três meses depois, o governador retirou alguns cargos da vice-governadoria, um dos quais exatamente o da Mari. Eu conversei com o Juliano e disse que suspenderia os pagamentos até que essa situação fosse resolvida.
Logo em seguida começaram os problemas das obras da Seed e não retomei os pagamentos para ele. No total, entreguei ao Juliano Borghetti a quantia de R$ 45.000,00 (quarenta e cinco mil reais).

Durante as tratativas, conversei umas três ou quatro vezes com o deputado Ricardo Barros. Contei para ele o problema que estava tendo entre o Mauricio Fanini e o Jaime Sunye, sobre quem assumiria a Fundepar, e pedi que ele fosse conversar com o então secretário chefe da Casa Civil Eduardo Sciarra para tentar ajudar. Depois ele me contou que teve a conversa e que “os caras” queriam nomear o Sunye para a presidência da Fundepar. Em seguida, fomos falar com o Fanini na Sude, ocasião em que o deputado ricardo barros sugeriu a ele que abrisse mão da parte da merenda e ficasse apenas com as obras de engenharia da Fundepar.”

Sendo todo o exposto expressão da verdade, firmo a presente, juntamente com o declarante, em duas (02) vias digitadas no anverso”.

O outro lado
Em nota a assessoria de imprensa do ministro da Saúde Ricardo Barros, ele negou as supostas irregularidades e disse que não tem qualquer envolvimento com a operação Quadro Negro. Informou que solicitará o desmembramento de sua citação do inquérito.

A assessoria informou também que o ministro estará à disposição para esclarecimentos, mas só depois que tiver acesso à delação.

Entenda o caso
A operação, apelidada de \"Quadro Negro\", teve origem numa auditoria iniciada pela própria Secretaria da Educação, em abril de 2015. Uma análise dos contratos identificou a discrepância nos pagamentos à empreiteira.

De acordo com a auditoria, fiscais responsáveis pelas medições não iam ao local da obra para fazer a verificação e atestavam percentuais de conclusão maiores por ordem do então diretor do Departamento de Engenharia, Maurício Jandoi Fanini. Com o início da investigação, ele foi exonerado de todos os postos no governo. Além dele, outros cinco engenheiros da secretaria da Educação foram afastados. Os pagamentos à construtora Valor foram suspensos

Cláudio Santos
Foto - Reprodução
 
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