Maringá, 20 de Junho de 2018
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21.09.2017
Agência dos Correios atendem parcialmente
Parte dos funcionários do setor de distribuição de correspondências e de entrega dos Correios de Maringá está em greve por tempo indeterminado.

A paralisação deve afetar temporariamente os serviços da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) e do Banco Postal. De acordo com Sindicato dos Trabalhadores nos Correios (Sintcom) Paraná, 6,5 mil servidores estão em greve, adesão de 70% dos funcionários e segundo o sindicato esse número deve aumentar nos próximos dias até a paralisação total dos serviços.

Segundo a presidente da subseção do Sintcom em Maringá, Maria Izabel Peliçon, as propostas feitas pela empresa retiram direitos conquistados nos acordos coletivos anteriores. Ela afirma que há um movimento para o "sucateamento" da estatal com a clara intenção de privatizar a empresa a baixo custo. Neste ano, segundo a presidente, o foco é garantir os direitos dos servidores, tendo em vista que a categoria está inclinada a aceitar a reposição da inflação, sem ganho real.

Com a Reforma Trabalhista, que entra em vigor a partir de novembro, os trabalhadores dos Correios temem que a situação na empresa se agrave, já que a proposta da empresa seria revogar parte dos acordos coletivos anteriores, que instituem, por exemplo, a entrega matutina, o programa Casa Própria e as indenizações por morte ou invalidez permanente, além de excluir a obrigatoriedade dos concursos públicos.

O que diz os Correios
Em nota, os Correios afirmam que “a paralisação parcial não afeta os serviços de atendimento das agências e que até ontem todas as agências, inclusive nas regiões que aderiram ao movimento paredista, estavam abertas e todos os serviços disponíveis”.

A estatal informou ainda que “colocou em prática o Plano de Continuidade de Negócios para minimizar os impactos à população. Segundo levantamento parcial realizado na manhã de ontem 93,17% do efetivo total dos Correios no Brasil estava presente e trabalhando — o que corresponde a 101.161 empregados, número apurado por meio de sistema eletrônico de presença. No Paraná, 90,89% do efetivo estava presente e trabalhando — o que corresponde a 5.389 empregados”.

Segundo os Correios, “as negociações com os sindicatos que não aderiram à paralisação ainda estão sendo realizadas esta semana e a empresa continua disposta a negociar e dialogar com as representações dos trabalhadores na busca de soluções que o momento exige e considera a greve um ato precipitado que desqualifica o processo de negociação e prejudica todo o esforço realizado durante este ano para retomar a qualidade e os resultados financeiros da empresa”.

Entenda o caso
Em assembleia na noite da última terça-feira (19), os trabalhadores dos Correios decidiram pela deflagração de greve por tempo indeterminado. A medida, segundo o Sintcom é necessária para que a empresa apresente proposta de negociação que não resulte em perdas de direitos trabalhistas.

Os Correios anunciaram, no ano passado, o Programa de Desligamento Incentivado (PDI), esperando a adesão de 8 mil trabalhadores, mas apenas 5,5 aceitaram as condições do programa. Para este ano, a empresa também pretende fechar cerca de 200 agências, para tentar reverter o rombo de R$ 4 bilhões acumulados ao longo dos últimos dois anos.


Cláudio Santos
Foto - Reprodução
 
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