Maringá, 19 de Fevereiro de 2018
GLOBAL BENEFÍCIOS NUTRIGENES
 
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21.09.2017
Audiência Pública debate autonomia das universidades estaduais
Hoje, às 9h, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) promove audiência pública com o tema \\\"A Conjuntura, os desafios e a importância das Universidades Públicas Estaduais Paranaenses\\\" na Câmara Municipal de Maringá. O evento contará com a presença de autoridades políticas, religiosas, empresariais e sociais da cidade e região. O objetivo principal é discutir e reafirmar o desejo de autonomia das universidades paranaenses.

Encontros semelhantes acontecerão também nas cidades-sede da UEL, UEPG, Unioeste, Unespar, UENP e Unicentro. A proposta desta mobilização estadual saiu da Comissão de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, criada pela Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP). Cada audiência redigirá uma carta de intenções para o governador com demandas comuns e específicas.

A audiência pública será realizada no plenário da Câmara Municipal com transmissão ao vivo pelo canal 16, da TV por assinatura, NET, e pelo Youtube. Para garantir que todos os interessados acompanhem a discussão, um telão será colocado na frente do prédio, cuja rua será fechada entre 8h e 12h, com apoio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) e Polícia Militar. Paralelamente, a UEM oferecerá à comunidade serviços como: aferição de pressão, glicose, informações sobre o tabagismo, ações ambientais e apresentações culturais.

A expectativa é que, além de representantes da comunidade externa, o evento conte com a participação de professores, agentes administrativos e estudantes de graduação e pós-graduação da UEM. Coordenada pelo deputado estadual Tercílio Turini (PPS), a Frente Parlamentar é composta por 33 parlamentares, incluindo Evandro Araújo (PSC), Doutor Batista (PMN) e Evandro Junior (PSDB). De caráter suprapartidário, visa encontrar soluções ou aprimorar a legislação especializada no assunto.

No evento, serão discutidas questões como os ataques feitos à educação pública superior, pelo governo do Paraná, usando sistematicamente o argumento de equilíbrio das finanças por meio de medidas que reduzem cada vez mais o papel do Estado nesta área de ensino. Esta prática, segundo as universidades, contribui para a desvalorização do funcionalismo público e, o que é mais grave, o desmonte da universidade pública de qualidade.

Ataques à autonomia
Segundo a reitoria da UEM, a entidade tem sido vítima de medidas que prejudicam o desenvolvimento das atividades da instituição, como a redução dos recursos para manutenção dos serviços; bloqueio dos recursos próprios; e a redução no quadro de servidores, por meio da negativa de substituir técnicos e docentes que se aposentaram ou pediram demissão, e da não contratação de docentes e técnicos concursados. Além disso, o governo não tem reconhecido os direitos históricos dos servidores, como por exemplo, o Tide (Tempo Integral e Dedicação Exclusiva) docente como regime de trabalho.

Cláudio Santos
Foto - Reprodução
 
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