Maringá, 19 de Junho de 2018
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12.01.2018
Segurança será reforçada na Câmara
Representantes de entidades de segurança pública de Maringá participaram na tarde de ontem (11) de uma reunião na sede do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM). Com o foco nas mobilizações agendadas para amanhã (13) em frente à Câmara Municipal, as autoridades estão em fase de planejamento de uma estratégia para evitar confrontos entre dois grupos que poderão se encontrar a partir das 9 horas, no entorno da Praça da Catedral.

Além da Polícia Militar, integrantes do Conselho de Segurança (Conseg) e da Guarda Municipal (GM) também estiveram presentes.

Através da Frente Brasil Popular (FBP), que reúne diversos grupos de esquerda de Maringá e região, será lançado neste sábado o Comitê de Defesa da Democracia e pela Candidatura de Lula à presidência da república. Como uma prévia para os protestos que vão ocorrer em todo o Brasil e, principalmente, em Porto Alegre (RS), no dia 24 deste mês, os militantes defendem a absolvição do ex-presidente no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), para que possa concorrer às eleições de outubro. Por outro lado, integrantes de grupos de direita de Maringá planejam outro ato para pedir a prisão do petista.

Agendada inicialmente, através do mandato de Carlos Mariucci (PT), o lançamento do Comitê ocorre a partir das 9h no Plenário da Câmara de Vereadores. Com espaço para falas, debates e planejamento de atividades nos próximos dias, o grupo formado majoritariamente por integrantes de siglas como o Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Comunista do Brasil (PCdoB), movimentos como a União Nacional dos Estudantes (Une), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), União da Juventude Socialista (UJS) e centrais sindicais como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), planeja protestar contra uma possível condenação de Lula em segunda instância.

No próximo dia 24 ocorre o julgamento de apelação criminal do ex-presidente na sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre. Caso confirmada a segunda condenação para o caso, há a possibilidade de que a candidatura de Lula, confirmado com pré-candidato à presidência nas eleições do segundo semestre, seja inviabilizada a partir da inelegibilidade do presidente do Brasil entre 2003 e 2010. Mesmo com a necessidade da execução provisória da pena ser feita após o julgamento de todos os recursos do segundo grau, há pouco mais de um mês os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) garantiram que se a decisão do TRF4 for a mesma do resultado do julgamento em primeira instância, em Curitiba, Lula não poderá participar do pleito.

Atos e eventos compreendidos como em defesa da democracia e da candidatura do petista serão realizados em dezenas de cidades de todos os estados neste sábado chamado de “Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Democracia e do Direito de Lula ser Candidato”. Entendido por grupos como o Patriotas e o Movimento Brasil Livre (MBL) como uma “afronta à Operação Lava Jato e ao juiz Sérgio Moro”, militantes da direita se organizaram nesta semana para um contraprotesto no mesmo local, dia e horário. Diante do cenário, a situação causou preocupação para as forças de segurança, visto a possibilidade de um confronto.

Além de encontros e discussões após solicitações do Partido dos Trabalhadores de Maringá sobre a necessidade de planejamento policial, na tarde de ontem representantes de grupos debateram as medidas que serão tomadas desde o começo da manhã deste sábado para que brigas sejam evitadas. Juntamente da separação entre os grupos antagônicos, há a possibilidade, a ser confirmada até a tarde de hoje pelo 4º BPM, de que os maringaenses “anti-Lula” fiquem alocados apenas na Praça da Catedral, visto que o evento foi agendado posteriormente e não há reserva no plenário. Desta maneira, o grupo a favor de Lula ficaria somente dentro da Câmara.

Por meio das redes sociais, ambos os eventos oficiais marcados para amanhã possuem centenas de pessoas interessadas. Até o momento, há a confirmação da presença de viaturas da Guarda Municipal, contra atos de vandalismo e depredação do espaço público, além da participação de policiais militares para coibir possíveis distúrbios. Através de nota oficial, a Ordem dos Advogados do Brasil, na subseção de Maringá (OAB Maringá), comentou sobre os protestos, criticou radicalismos, nos dois lados, e defendeu o direito e a liberdade de expressão.

“A OAB de Maringá sempre apoiou os movimentos populares que buscam e continuam a buscar mudanças estruturais em nossa sociedade. Havendo abuso de poder, ilegalidade e irregularidades na administração pública, a Ordem sempre tem atuado e representado a população na luta pela justiça social e pela manutenção do Estado Democrático de Direito. Quanto a estes movimentos que estão a ocorrer, ambos devem ser respeitados, como direito de expressão e manifestação pública, desde que também se respeite o patrimônio público, a ordem e a disciplina, garantindo-se a segurança individual e coletiva dos participantes. A OAB Maringá reafirma sua posição de apoio aos movimentos populares apartidários e preza para que estes movimentos sejam pacíficos e ideológicos, para o bem de nossa cidade e para o futuro do Brasil”, finaliza a nota.

Matheus Gomes
Foto - Reprodução
 
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