Maringá, 22 de Junho de 2018
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08.04.2018
Espancamento termina em atropelamento por trem
A Polícia Militar registrou no final da madrugada de ontem (7) uma morte ocasionada por atropelamento sob a linha férrea próximo ao Jardim Imperial, em Sarandi.

Por meio de relatos obtidos pelo maquinista da locomotiva, só foi possível observar a vítima a poucos metros da máquina, fato que impossibilitou a frenagem em tempo hábil. No cenário, autoridades encontraram uma trilha de sangue no entorno da ferrovia e um pedaço de madeira também manchado de sangue.
Polícia garante espancamento antes da fatalidade.

O chamado se deu por volta das 5h desse sábado após o maquinista, então única pessoa a estar presente no local, avistar o homem de aproximadamente 35 anos caído nos trilhos sem conseguir escapar. Ainda em choque, o profissional que tem identidade preservada relatou utilizar os freios de emergência, entretanto, pelo peso e a velocidade, o espaço necessário para a parada total da locomotiva era acima do disponível no momento. Por conta do atropelamento, imagem da vítima morta impressionou até policiais experientes que atenderam a ocorrência.

Segundo a Polícia Militar, a vítima teve cabeça, pernas e braços decepados em função da pressão exercida pelas rodas metálicas contra a linha férrea. Até a manhã de ontem, homem morto não havia sido identificado por não carregar nenhum documento pessoal ou objeto para facilitar a procura por parentes ou conhecidos. Um fato que chamou a atenção dos policiais e deverá ser de suma importância para o reconhecimento se deve em razão da vítima portar tornozeleira eletrônica, equipamento utilizado por detentos em situação especial e que são monitorados via satélite pelo sistema carcerário estadual.

Outra questão que chamou a atenção se deve ao entorno da ferrovia, em uma rua que dá acesso, estar manchada de sangue por um longo trajeto. Desde a calçada, até a parte de asfalto e grama o rastro indicou agressões por parte de uma outra pessoa.

Para ampliar as suspeitas, próximo ao trilho um pedaço de madeira rígido possuía marcas de sangue, fato que indica que este objeto também foi utilizado no espancamento. Por conta das lesões sofridas, as autoridades acreditam que a vítima tenha ficado fragilizada, ou até mesmo desacordada, e colocada sob a ferrovia para que a morte fosse consumada.

Após o trabalho realizado pela Polícia Científica no local, todas as pistas foram colhidas e serão montadas para ajudar nas investigações. Empreendimentos próximos, ou residências, estão sendo procuradas para obter imagens de câmeras de segurança que possam ter registradas movimentações suspeitas ou até mesmo o exato momento das agressões. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.

Até a manhã de ontem, nenhuma pessoa havia procurado o órgão para reconhecimento.

Homicídios
Por conta da sequência de fatos, ainda não é possível classificar o caso como um homicídio. Nesse sábado, a Polícia Militar de Sarandi confirmou dados referentes ao primeiro trimestre de 2018 sobre os crimes violentos ocorridos no município. Com base no relatório elaborado pelas autoridades, houve constatação de queda de 63% no número de assassinatos na cidade em comparação ao mesmo período de 2017.

Do dia 1º de janeiro a 31 de março do ano passado, Sarandi registrou 11 homicídios, enquanto entre estas mesmas datas, neste ano, apenas quatro mortes intencionais foram constatadas. Ao mesmo tempo, também houve registro de redução significativa no número de furtos e roubos dentro do município. Em 2018, crimes patrimoniais chegaram a casa de 140 ocorrências, contra aproximadamente 200 em 2017. A redução de ambos os índices em Sarandi também foram acompanhadas em Maringá e Paiçandu em comparação entre os mesmos períodos analisados.

Dentro deste relatório ainda não foi contabilizado a morte ocorrida nessa madrugada no Jardim Novo Independência.

Segundo a PM, Ailton dos Santos, de 37 anos, recebeu quatro tiros dentro da própria residência, na Rua 14. A mulher da vítima estava no banho no momento dos disparos e acionou as autoridades após constatar os ferimentos no marido já sem vida. A Polícia Civil da cidade iniciou as investigações para compreender a situação, visto que até o momento não há pistas sobre o autor da execução. Em conversa com os policiais, a mulher relatou não ter conhecimento sobre brigas ou desavenças. A única informação é a de que duas pessoas fugiram do local em uma motocicleta.

Redação JP
 
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