Maringá, 21 de Junho de 2018
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16.04.2018
Cidade terá 36 km de ciclovias até dezembro
Como forma de incentivar o uso de meios de transporte alternativos ao mesmo tempo em que preparar a Cidade na questão da mobilidade, a Prefeitura de Maringá, através da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), entregam até o final deste ano duas novas obras cicloviárias. Dentro do plano de interligação entre as ciclovias, seguem dentro do cronograma inicial as intervenções nas pistas das Avenidas Horácio Raccanello e Gastão Vidigal.

Intensificadas a partir de janeiro deste ano, as obras de continuidade nos dois trechos resultarão em mais 5 mil metros de ciclovias para Maringá, que irá ultrapassar a casa dos 35 quilômetros de faixas exclusivas para bicicletas e outros meios semelhantes. Durante fase de planejamento, participação de ativistas e entidades garante projetos desenvolvidos com ampla participação e de forma estruturada, para uma rede interligada entre o limite com Sarandi e saída para Paiçandu.

Implementadas em maior intensidade há cerca de cinco anos, as ciclovias maringaenses promoveram modificações significativas na mentalidade e cultura da população. Sendo a principal organização em defesa do modal, a Associação dos Ciclistas do Noroeste do Paraná (Ciclonoroeste) mobiliza usuários para a discussão e participação de encontros com o enfoque na cobrança do poder público por alternativas aos veículos motorizados.

Através de um estudo científico realizado por um dos membros do grupo, constatou-se que o uso de bicicletas na Avenida Brasil, após a inauguração da ciclovia no local, cresceu aproximadamente 400%.

A via em questão segue paralela ao novo trecho iniciado há três meses, na Avenida Horácio Raccanello, entre as Avenidas Pedro Taques e Paraná, com aproximadamente 1,5 quilômetro de extensão. Após a conclusão desta obra, usuários terão acesso ao espaço exclusivo de meios alternativos a partir da via lateral da Avenida Guaiapó, no cruzamento com a Rua Mitsuzo Taguchi, próximo a Sarandi, até a Avenida 19 de Dezembro, do outro lado do município. Ao chegar na Zona Seis, inclusive, há a possibilidade da continuidade do trajeto até a Praça Sete de Setembro, conhecida como do “Peladão”, ou em direção a Zona Norte, por meio da ciclovia na Avenida Mandacaru, com quase quatro quilômetros de pistas.

Ao mesmo tempo em que há ligação entre os trechos das duas avenidas, as obras também contemplam a Avenida Gastão Vidigal, que funciona como uma continuidade da Avenida Brasil, próximo ao antigo aeroporto. No local, as obras também já tiveram início e vão contemplar mais de 3,5 mil metros. Ambas as intervenções tem um prazo de aproximadamente 300 dias para ser finalizadas, com um custo que se aproxima dos R$ 2 milhões, oriundos de recursos do próprio município, para o Plano Municipal de Mobilidade Urbana.

Por parte da diretora da Semob, Vera Oliveira, antes do início das obras, diversos estudos foram desenvolvidos, inclusive mediante participação popular, para que os locais exatos, com maior fluxo de usuários recebessem as vias exclusivas. Para a diretora, a iniciativa é importante como uma forma de garantir a segurança de ciclistas ao mesmo tempo em que as pistas construídas há mais tempo sejam uma espécie de referência dentro do plano, para que a interligação entre as vias seja prioridade.

Sendo assim, uma pessoa que iniciar o percurso de bicicleta próximo a Sarandi, terá totais condições de transitar por diversas regiões de Maringá sem a necessidade de dividir o espaço com carros, motos e caminhões.

Outra ciclovia construída no ano passado e com expectativa de ampliação, porém ainda sem um prazo concreto, se deve a da Avenida Cerro Azul, que liga a Catedral até a Praça Pedro Álvares Cabral, conhecida como Praça de Patinação. Após processo de revitalização completa, a via ainda não tem ligação direta com as outras pistas da Cidade, entretanto, com base no projeto principal desenvolvido pela Semob, o objetivo é que após a conclusão ela consiga ligar trechos do entorno da Universidade Estadual de Maringá até a Praça de Todos os Santos, ao lado do Cemitério Municipal.

Cobrado pela Ciclonoroeste, entre outros cicloativistas, ao mesmo tempo em que a extensão da malha cicloviária de Maringá é expandida, o Plano Municipal de Mobilidade Urbana é uma das prioridades para os próximos meses. Também defendida pela Prefeitura, a iniciativa vem sendo construída para que além do aumento da participação popular na discussão e na compreensão da importância destas obras, a conscientização sobre o uso de meios alternativos de transporte avance para que, aos poucos, ocorra uma substituição, ao menos parcial, dos motorizados para os não-motorizados.

Matheus Gomes
Foto - PMM
 
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