Maringá, 20 de Agosto de 2018
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27.04.2018
Terceirizados do HUM seguem sem salários
Depois de reuniões e promessas por parte do Governo do Paraná nos últimos dois meses, dezenas de trabalhadores terceirizados do Hospital Universitário de Maringá (HUM) permanecem sem o recebimento dos devidos salários.

Após garantia de que a situação seria normalizada até esta semana, os servidores incluídos na classe de credenciados se aproximam do encerramento de mais um mês sem remuneração. Além dos problemas para os trabalhadores, pacientes enfrentam dificuldades com a baixa oferta de serviços.

Em janeiro deste ano, ainda durante discussões sobre a polêmica implementação do Sistema de Recursos Humanos Meta 4, servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e do Hospital Universitário tiveram os primeiros problemas referentes a questão salarial. Após normalização para docentes e agentes universitários, trabalhadores terceirizados no hospital, como médicos e enfermeiros, seguem desde o final de fevereiro e o começo de março com pagamentos atrasados ou até mesmo a falta total de remuneração.

Em virtude dos atrasos que se aproximam da marca de três meses, nesta semana, a escala de funcionários teve uma redução significativa em dias variados. Na terça-feira (24), durante o período da manhã, apenas uma enfermeira terceirizada compareceu ao HU, no Pronto Socorro, quantidade considerada insuficiente pela instituição para o funcionamento normal. No último final de semana, a administração do hospital teve dificuldades em fechar a escala de serviço por conta da falta de garantias da presença dos funcionários, afetados pelo comprometimento financeiro.

De acordo com a Secretária Geral do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar), Simone Mancini, esta situação passou a ocorrer com maior frequência nos últimos dias por conta dos problemas gerados pela falta de salário. “Os problemas para fechar escala ocorrem porque muitos credenciados estão ficando sem dinheiro para condução ou para por combustível no carro. Durante a semana muitos pegam carona, mas quando chega sábado ou domingo as caronas diminuem e aí comparecer ao hospital fica mais difícil”, explica.

Diferentemente da categoria formada por servidores concursados da UEM, que dispõem da garantia do direito a greve e a livre manifestação, os trabalhadores terceirizados não possuem a mesma liberdade para cobrar, visto o risco de um cancelamento dos contratos trabalhistas. Em decorrência desta situação, o Sinteemar buscou atuar pelos bastidores para que os pagamentos fossem priorizados neste mês, entretanto, até o momento sem sucesso.

Desta forma, funcionários e pacientes ficam sem garantia dos direitos básicos, como o salário, e a atendimentos adequados, respectivamente.

“Nos reunimos com os credenciados e conversamos sobre a necessidade de uma paralisação e de protestar pelos salários, mas como quase todos ficam com receio de um prejuízo ainda maior, como o encerramento dos contratos, um ato organizado ainda não foi possível. Para esta categoria o mais difícil é a organização. Se realizar uma greve, há muitas chances dos participantes terem os contratos cancelados logo na sequência. É uma situação bem delicada. Conversamos com a reitoria para agilizar o processo”, garante Simone.

Ainda neste mês, com o agravamento da situação, o reitor da UEM, Mauro Baesso, recebeu a diretoria do Sinteemar para discutir sobre os pagamentos da HU, entre outros temas. Por conta dos atrasos desde fevereiro, a instituição de classe foi informada que conversas com a governadora Cida Borghetti foram realizadas, mas não há um prazo específico para o encerramento do problema causado, segundo o Governo do Paraná, por uma “questão orçamentária”. Há cerca de 10 dias, os funcionários foram informados que até quarta-feira (25) tudo estaria resolvido, entretanto, até o final da tarde de ontem (26), não havia confirmação do recebimento dos pagamentos.

Nas últimas semanas, mediante intermediação doSinteemar com os terceirizados, conselhos regionais para as categorias dos profissionais afetados, como o de medicina e de enfermagem, entre outros, foram acionados para que as providências legais fossem tomadas. Também até o final da tarde dessa quinta-feira, nenhum órgão havia conseguido um instrumento legal para o pagamento imediato dos salários. Caso o impasse não seja solucionado até o fim desta tarde, o sindicato irá novamente se reunir com os trabalhadores prejudicados, que preferem não aparecer publicamente. Os credenciados não correspondem a funcionários do setor administrativo.

LONDRINA
A falta de pagamentos no Hospital Universitário de Maringá também ocorre, e da mesma forma, na instituição de Londrina, vinculada à Universidade Estadual de Londrina (UEL). Por meio de nota, o Sindicato dos Servidores Públicos Técnico-Administrativos da UEL (Assuel) denunciou a falta de pagamento no hospital local, também há quase três meses. Com resolução parcial de alguns funcionários, também credenciados, a entidade se reuniu com representantes do Ministério Público para que o Governo do Paraná fosse cobrado formalmente.

Matheus Gomes
Foto - Reprodução
 
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