Maringá, 21 de Julho de 2019
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19.08.2018
Celibato clerical
Celibato é definido como a condição de uma pessoa se manter solteira, podendo ter vida sexual. A castidade é viver em abstinência dos prazeres sexuais. O celibato clerical católico romano é a vivência no celibato e na castidade.

Foi determinado no Catolicismo Romano, pelo Papa Gregório VII em torno de 1070. Não é matéria obrigatória de fé, ou seja, dogma, mas apenas uma norma disciplinar interna da Igreja Católica Romana.

Como leigo, ex-seminarista e adepto da igreja, posso analisar o celibato clerical. Entre outras coisas, acho que ele impede o ciclo vital da procriação o que desmotiva vocações religiosas. Boa parte dos jovens vocacionados desiste da vocação sacerdotal e opta servir ao Cristo em outras profissões.

Segundo o Padre Reginaldo Manzotti o celibato clerical é um dom.

Tenho convicção plena de que o fator determinante na vida de todos nós é o “Motivo Maior de Vida”. Por ele a pessoa supera facilmente as maiores dificuldades e atinge a felicidade. Para tantos o motivo maior é a promessa que Cristo faz em Mateus 19,29 “E todo aquele que deixar casa, ou irmão, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou campos por amor de meu nome, receberá cem vezes e possuirá a vida eterna”.

A conceituação melhor que já vi sobre celibato clerical foi numa publicação aberta, via Internet, do Padre Fábio de Mello. É um convincente e verdadeiro depoimento de quem arbitra e dedica toda grandeza da própria vida para Deus e por certo, seu “Motivo Maior”.

Parte da matéria diz:
“Ando pensando no valor de ser só. Talvez seja por causa da grande polêmica que envolveu a vida celibatária nos últimos dias. Interessante como as pessoas ficam querendo arrumar esposas para os padres.
Fico indignado quando a sociedade interpreta a vida celibatária como mera restrição da vida sexual. Fico indignado quando vejo as pessoas se perderem em argumentos rasos, limitando uma questão tão complexa ao contexto do “pode ou não pode”.

A sexualidade é apenas um detalhe da questão. Castidade é muito mais. Castidade é um elemento que favorece a solidão frutuosa, pois nos coloca diante da possibilidade de fazer da vida uma experiência de doação plena. Digo por mim.

Eu não poderia ser um homem casado e levar a vida que levo. Não poderia privar os meus filhos de minha presença para fazer as escolhas que faço. O fato de não me casar não me priva do amor. Eu o descubro de outros modos. Tenho diante de mim a possibilidade de ser dos que precisam de minha presença. Na palavra que digo, na música que canto e no gesto que realizo, o todo de minha condição humana está colocado.
É o que tento viver. É o que acredito ser o certo.

Nunca encarei o celibato como restrição. Esta opção de vida não me foi imposta. Ninguém me obrigou ser padre, e quando escolhi o ser, ninguém me enganou. Eu assumi livremente todas as possibilidades do meu ministério, mas também todos os limites. Não há escolhas humanas que só nos trarão possibilidades. Tudo é tecido a partir dos avessos e dos direitos. É questão de maturidade.

Eu não sou um homem solitário, apenas escolhi ser só. Não vivo lamentando o fato de não me casar. Ao contrário, sou muito feliz sendo quem eu sou e fazendo o que faço. Tenho meus limites, minhas lutas cotidianas para manter a minha fidelidade, mas não faço desta luta uma experiência de lamento.

Não se trata de casar ou não. Casamento não resolve os problemas do mundo. Nem sempre o casamento acaba com a solidão. Vejo casais em locais públicos em profundo estado de solidão. Não trocam palavras, nem olhares. Não descobriram a beleza dos detalhes que a castidade sugere. Fizeram sexo demais, mas amaram de menos. Faltou castidade, encontro frutuoso, amor que não carece de sexo o tempo todo, porque sobrevive de outras formas de carinho.

É por isso que eu continuo aqui, lutando pelo direito de ser só, sem que isso pareça neurose ou imposição que alguém me fez. Da mesma forma que eu continuo lutando para que os casais descubram que o casamento também não é uma imposição. Só se casa aquele que quer. Por isso perguntamos sempre – É de livre e espontânea vontade que o fazeis?
É simples. Castos ou casados, ninguém está livre das obrigações do amor. A fidelidade é o rosto mais sincero de nossas predileções. A graça desça sobre cada um de vocês, meus filhos!“

Padre Fábio de Melo
Pura demonstração de renúncia e gratificação por amor a Deus. Um testemunho indiscutível, dissipando a discussão sobre o celibato clerical. Ainda provou que vivendo dentro do “Motivo Maior” no caso, o amor à Deus, é possível viver bem no celibato, aceitar a ausência da procriação, estar bem consigo mesmo e certamente ser muito feliz.

Cabe a nós leigos acatarmos e respeitarmos a orientação católica na certeza de que, os clérigos celibatários são pessoas privilegiadas, escolhidas e ungidas por Deus, o sentido maior de todas as coisas.

Maringá 2018
João Batista Leonardo
Foto - Reprodução
 
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