Maringá, 18 de Agosto de 2019
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15.05.2019
Francês Press
Agora é lei: se representar risco para a vida ou integridade física da mulher ou de seus dependentes, o agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência. Publicada ontem, a lei assinada pelo presidente Jair Bolsonaro autoriza e o afastamento pode ser determinado por autoridade judicial, delegado ou policial.


Essa é uma das alterações que visam acelerar as decisões judiciais, policiais, e de segurança para as mulheres. Se o afastamento for ocorrer através de delegado ou policial, o juiz deve ser comunicado dentro de um prazo máximo de 24 horas (antes eram 48 horas) para que ele determine a manutenção ou revogação do que foi aplicado.


Outra consequência da nova lei abarca a condição da prisão do agressor, quando constatada a continuidade do risco à integridade física da vítima. Nesse caso não será concedida liberdade provisória ao agressor.


A dengue continua matando e o mosquito transmissor se multiplicando, patrocinado por famílias que não cuidam dos próprias quintais e prefeituras que não fiscalizam os terrenos baldios e locais de lixo clandestino. Até ontem tinham sido registradas duas mortes em Maringá, duas em Loanda, três em Cascavel e seis em Londrina.


Os vereadores de Maringá aprovaram ontem a constituição de Comissão Especial para investigar as razões pela quais estão travadas as obras do Hospital da Criança. A comissão é formada por Flávio Mantovani, Willian Gentil, Francisco Caiana, Doutor Jamal e Odair Fogueteiro.


Segundo o vereador Odair, o grupo de edis vai “Apurar o andamento dos processos administrativos direcionados à construção e propor medidas necessárias para continuar a obra”. Mesmo com o secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto, afirmando que o Estado não tem recursos suficientes para concluir a obra, o vereador afirma que a cidade não pode ficar sem esse hospital.


Chance para fazer uma frente política e reivindicar recursos para terminar o Hospital da Criança estará hoje, amanhã e depois em Maringá. É o governador “feirante” Ratinho Jr, descentralzando seu governo para mediar e confraternizar com o setor agropecuário ao qual ele e família estão ligados profissionalmente.


Para dar ideia dos motivos que levaram à paralisação das obras do hospital, funcionários de uma empresa instalada em Curitiba reclamaram depois de três meses sem receber salários. Consequência: muitos foram demitidos e ainda não receberam. Estranho mesmo é que o governo estadual tem distribuído benesses para outros setores, e não tem recursos para o hospital de referência em Maringá?


Como nenhuma autoridade de Maringá conseguiu algo concreto nos últimos anos contra os abusos da Sanepar, restou as vereadores comemorarem, durante a sessão de ontem, a decisão do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), que concedeu medida cautelar suspendendo o aumento de 12,13% nas contas de água e esgoto. O reajuste entraria em vigor a partir de sexta-feira próxima.


Uma das poucas vozes que clamaram no deserto, o vereador Alex Chaves disse que continuará lutando para que o “aumento abusivo da conta de água” não chegue às torneiras dos paranaenses. “É a nossa luta dando resultados! O reajuste da Sanepar foi impedido, mas vou continuar lutando pelo povo do Paraná, o povo não aguenta mais pagar a conta”.


Para o vereador Jean Marques, deu resultado a reunião que vereadores de várias cidades realizaram em Curitiba, contra a estatal de água e esgoto: “Nossos esforços valeram a pena! Vereadores de mais de 30 municípios declarando guerra contra a Sanepar e suas decisões que não condizem com os interesses da população.”


A própria Sanepar informou a suspensão do reajuste, tachado pelo Tribunal de Contas do Paraná como uma \"aberração travestida de uma teia de números, que visam distribuir lucros aos acionistas\". Por outro lado, sustenta que \'o reajuste de 12,13% foi autorizado pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar) no dia 15 de abril\'\'.


A Polícia Civil deflagrou ontem no Paraná uma operação, “Lei e Ordem” para prender principalmente... policiais. Dentre os 14 mandados de prisão, quatro visam policiais militares atuando como pistoleiros. Dos vários crimes a tiros de fuzil e pistola automática, o último no dia 25 de março e o primeiro, execução de um casal, em setembro de 2017 na capital.


O prefeito Ulisses Maia está levantando empréstimo junto à Caixa Econômica para cumprir mais um dos compromissos que fez na campanha eleitoral: desapropriação e reforma do Cine Teatro Plaza. Pretende com esse local defronte a qualificada Praça Raposo Tavares, aumentar o número de cinemas e de teatros tão importantes para a vida cultural dos maringaenses. A grana emprestada, por volta de R$ 42 milhões, também servirá para melhorar praças e a Estação Rodoviária.


Fãs de motocross de todo o Estado virão a Mandaguari nos próximos dias 25 e 26. A cidade vai sediar a segunda etapa do disputadíssimo Paranaense de Motocross 2019. As provas da abertura do campeonato disputado em 15 categorias, realizadas em Santo Antonio da Platina, foram emocionantes. São muitos os pilotos e motos de nível internacional.
 
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