Maringá, 24 de Julho de 2014
Conceito Estofados COCAMAR
 
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15.08.2010
Empresários investem na criação de cobras venenosas
Na região de Maringá, um novo tipo de investimento começou a chamar a atenção de empresários: a criação de cobras venenosas.

De acordo com o técnico ambiental e especialista em répteis e anfíbios, Daniel Schimidt, na Cidade, há alguns empresários que já entraram com um projeto junto ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP), para iniciar a criação.

A produção de veneno de cobra possui diversas vantagens. “Precisamos diversificar a cultura e quebrar o tabu com relação ao animal. Além do baixo investimento, de R$ 3 mil a R$ 5 mil, há muitos iniciativas ligadas à área da tecnologia e de pesquisas científicas. O veneno está sendo muito utilizado em produtos cosméticos e, principalmente, o veneno da cobra jararaca é usado no tratamento da pressão alta e do câncer”, explicou o técnico ambiental.

O empresário pode começar a criação com cinco ou seis animais que geralmente são adquirido através de doações, por exemplo, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Em Maringá, haverá a criação de jararaca por ser um animal de fácil manejo e que pode ser encontrado rastejando por cima da terra, diferentemente da cobra coral que fica debaixo da terra.

A partir dos dois anos de idade, o veneno já poderá ser extraído do animal e a jararaca, por exemplo, pode viver de 20 a 30 anos. Em média, 30 jararacas fornecem uma grama de veneno que é comercializada por R$ 300. A extração é feita mensalmente ou a cada 40 dias.

Na opinião de Schimidt, é necessário as pessoas se organizarem e criem uma associação com alguma universidade que invista em um centro de pesquisa para analisar e fazer a secagem do veneno. “Sem isso, nós não poderemos fazer nada com o veneno se não houver testes que verifiquem a qualidade do que está sendo produzido.”

O autônomo, Marcos Carmona, é um dos empresários da Cidade que investirá na criação de jararacas em uma propriedade próximo do município de Floresta. “Comecei a pesquisar sobre o assunto, optei por investir em um ramo diferenciado que ainda não existe na Cidade e me chamou a atenção pelo baixo investimento. Fiz um curso no mês de maio deste ano, entrei com um projeto no IAP e aguardo a aprovação. Acredito que dentro de oito meses inicio a produção.” O veneno será comercializado em São Paulo e, para o futuro, Carmona já pensa na exportação do veneno.

De acordo com dados da Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental (Suderhsa), no Brasil, a cada ano, são registrados 100 mil acidentes com animais peçonhentos. Nesse sentido, o técnico ambiental ministrará um curso sobre manejo e prevenção de acidentes com animais peçonhentos a partir de setembro. O curso é voltado para empresas, associações e sindicatos.

Fabiane Giandotti
Foto: AJP
 
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