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Maringá aparece em novo ranking de melhores cidades para morar

Maringá aparece entre as 10 melhores cidades médias para morar no Brasil, segundo o Ranking das Cidades 2025, elaborado pela Gazeta do Povo. O município alcançou nota 7,18, mantendo-se entre as melhores cidades para se viver no País pelo segundo ano consecutivo.

O estudo avaliou 5.570 municípios brasileiros, combinando 27 indicadores que envolvem segurança, economia, educação, infraestrutura, arborização urbana e opções culturais. Cada critério foi padronizado em uma nota de 0 a 10, permitindo comparações entre cidades de diferentes portes.

Entre as cidades médias, definidas como aquelas com 100 mil a 500 mil habitantes, Maringá aparece na 10ª posição, atrás de Valinhos (SP), São Caetano do Sul (SP) e Indaiatuba (SP), que ocupam as três primeiras colocações com notas de 7,88, 7,71 e 7,68, respectivamente.

No contexto estadual, o Paraná aparece na quarta posição em média, atrás do Rio Grande do Sul (6,18), Santa Catarina (6,17) e São Paulo (6,16). Entre os estados da Região Sul, o Brasil contabiliza 46 cidades no top 100 no Rio Grande do Sul, 15 em Santa Catarina e 20 em São Paulo, enquanto o Paraná soma sete municípios entre os melhores, incluindo Maringá.

A Gazeta do Povo combinou 27 indicadores nacionais divididos em 10 categorias, atribuindo pesos diferentes a cada critério, de acordo com sua relevância. Entre os indicadores mais importantes estão a taxa de homicídios, com peso 4, considerando dados de 2019 a 2023 do IPEA; e fatores econômicos, como vagas formais de emprego, salário médio, número de empresas e PIB per capita, com peso 3. Aspectos sociais, como moradores de rua, população em favelas e dependentes químicos, também receberam peso 3.

Na área de educação, com peso 2, foram considerados população adulta com diploma superior, taxa de alfabetização, nota do IDEB no ensino fundamental e médio e vagas presenciais no ensino superior. A saúde, também com peso 2, incluiu internações por uso de drogas, número de médicos, leitos de internação e mortes evitáveis de 0 a 4 anos.

Já a saúde financeira do município teve peso 2, e a infraestrutura urbana, peso 3, analisando esgotamento sanitário, coleta de lixo, arborização, vias pavimentadas, iluminação pública, bueiros, calçadas e outros itens. Por fim, com peso 1, foram considerados mortes no trânsito, suicídios e número de salas de cinema.

Alexia Alves
Foto – Reprodução

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