Início Destaques do Dia Maringá já arrecadou R$ 83,4 milhões em janeiro de 2026

Maringá já arrecadou R$ 83,4 milhões em janeiro de 2026

A Prefeitura de Maringá arrecadou R$ 83.434.104,19 em 15 dias do mês de janeiro, valor que representa 2,63% da previsão orçamentária atualizada para o ano, estimada em R$ 3,17 bilhões. Apesar do montante arrecadado, os pagamentos realizados somaram apenas R$ 6.708,73, indicando que 99,99% do valor arrecadado ainda não foi liquidado.

As despesas empenhadas totalizaram R$ 105.489.825,54, equivalente a 3,67% do orçamento atualizado. Os repasses concedidos no mês somaram R$ 2.750.000,00. O total gasto com pessoal, saúde e educação atingiu R$ 8.321,24, sendo R$ 6.596,57 com pessoal, R$ 1.724,69 com saúde e R$ 1.724,69 com educação.

O levantamento sobre impostos pagos em Maringá revela que, desde 1º de janeiro, os cidadãos contribuíram com cerca de R$ 1,06 mil por pessoa em tributos, equivalendo a R$ 361 por segundo e R$ 76,04 por dia, sendo aproximadamente R$ 45 milhões já arrecadados até o momento. A cada ano, os maringaenses passam aproximadamente 151 dias apenas para pagar impostos, segundo estimativas da arrecadação municipal.

Do total arrecadado em impostos, apenas 18,76% retorna para a Prefeitura, enquanto 81,24% é destinado a Brasília e Curitiba, totalizando quase R$ 371 milhões que deixam de investir diretamente na cidade.

Os dados foram obtidos por meio do Portal da Transparência da Prefeitura de Maringá que permite acompanhar receitas, despesas, empenhos, pagamentos e repasses da administração pública municipal, e do Impostômetro Maringá.

MAIS CITADAS

Um levantamento da Revista Bula colocou Maringá entre os municípios não capitais mais comentados nas redes sociais ao longo de 2025. A cidade aparece na 23ª posição do ranking, atrás de Londrina (15ª) e à frente de Ponta Grossa (24ª) e Foz do Iguaçu (40ª).

A análise foi feita por meio do Índice Composto de Atenção Digital (ICAD-2025), que considera diferentes sinais públicos verificáveis da presença das cidades na internet.

Segundo a publicação, o índice leva em conta quatro eixos: a base demográfica, como medida do volume cotidiano de conteúdo; intenção de viagem e turismo, para identificar picos de atenção; experiências e atrações com alto potencial de compartilhamento, que indicam conteúdo viralizável; e regras de padronização para evitar duplicidades e excluir capitais e o Distrito Federal. O estudo analisou o período de 1º de janeiro a 15 de dezembro de 2025 e considerou apenas municípios não capitais, apontando aqueles com maior potencial de gerar conversas digitais, seja por densidade urbana, centralidade regional, turismo ou atrações compartilháveis.

Alexia Alves
Foto: PMM

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