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Maringá é a 4ª cidade que mais gerou empregos no Paraná

Maringá aparece entre as 30 cidades brasileiras que mais criaram empregos com carteira assinada no primeiro bimestre de 2026. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o município ocupa a 29ª posição no ranking nacional, com saldo positivo de 2.004 vagas entre janeiro e fevereiro.

No recorte estadual, Maringá também se destaca. Em fevereiro, o município registrou 871 novos postos de trabalho, sendo a quarta cidade paranaense com melhor desempenho no mês.

O número representa a diferença entre admissões e desligamentos formais no período e reforça o bom momento do mercado de trabalho local. O setor de serviços liderou a geração de empregos na Cidade, com 644 vagas abertas, seguido pela construção civil (641), indústria (427), comércio (284) e agropecuária (8).

O Paraná, por sua vez, teve saldo positivo de 21.599 empregos formais em fevereiro, com 284 dos 399 municípios apresentando crescimento no número de vagas, o equivalente a 71,1% das cidades do Estado.

Entre os destaques estaduais, Curitiba lidera tanto no mês quanto no acumulado do ano, com 7.184 vagas criadas em fevereiro e 13.929 no primeiro bimestre. Londrina aparece na sequência, com saldo positivo de 2.108 vagas no acumulado do ano.

No cenário nacional, o Paraná ocupa a quinta colocação entre os estados que mais geraram empregos formais em fevereiro, ficando próximo de Santa Catarina. O resultado acompanha o desempenho positivo do país, que registrou a criação de mais de 255 mil vagas com carteira assinada no período.

REGIÃO

A região de Maringá contabilizou 14.506 admissões e 12.983 desligamentos em fevereiro, resultando em saldo positivo de 1.523 vagas formais. A regional abrange municípios como Maringá, Sarandi e Paiçandu, entre outras cidades do norte do Paraná, mantendo a movimentação positiva do mercado de trabalho no início de 2026.

Entre os admitidos, 54,92% foram homens (7.967) e 45,08% mulheres (6.539). O ensino médio completo concentrou a maior parte das contratações, com 60,75% do total (8.812 trabalhadores), seguido por ensino superior completo (11,84%) e ensino médio incompleto (9,22%), indicando predominância de vagas com exigência de qualificação intermediária.

Na distribuição etária, a faixa de 18 a 24 anos respondeu por 26,59% das admissões, seguida pelo grupo de 30 a 39 anos (24,53%) e de 40 a 49 anos (16,56%), demonstrando absorção relevante de jovens e profissionais em fase de consolidação no mercado.

Alexia Alves
Foto – Reprodução

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