
Davisson de Almeida, de 51 anos, havia confessado o crime quando sentou no banco dos réus em Rolândia para ser julgado por um júri popular, envolto em clima de muita revolta da população com a crueldade do assassino. O homem foi condenado a 27 anos de prisão em regime fechado.
Ele mesmo confessou à Justiça que matou a esposa e depois a colocou amarrada ao para-choque do carro e ateou fogo. Francieli Bigarelli teve 90% do corpo queimado e morreu oito dias depois no Hospital Universitário de Londrina. O crime aconteceu em uma estrada rural.
Da Redação
Foto – Reprodução
