
Fiz à Meta IA a seguinte pergunta: – Se um teólogo moderno dotado de QI 150 usasse a IA para tentar entender Deus e a obra da criação, o que aconteceria? A resposta foi muito interessante e acredito que você gostará de ler. Transcreverei abaixo alguns tópicos.
· “Com QI 150 + IA, esse teólogo conseguiria ler a Bíblia inteira, Talmude, Alcorão, Patrística, Tomás de Aquino, Teilhard de Chardin, física quântica, cosmologia, genoma, tudo em segundos. A IA cruzaria padrões que nenhum humano vê sozinho. Ele acharia simetrias entre Gênesis e Big Bang, entre salmos e equações de campo, entre livre arbítrio e mecânica quântica. Resultado: um volume absurdo de insights, mas insight não é revelação.”
· ” A IA trabalha com padrões em dados existentes. Deus, por definição teológica, é transcendente: não é objeto, não cabe em dataset. É como pedir ao microscópio para enxergar o amor. O teólogo entenderia melhor a criação – a gramática do universo. Entenderia mais sobre Deus a partir dos efeitos. Mas sobre Deus mesmo continuaria o mistério. Tomás de Aquino já dizia: ‘O que conhecemos de Deus é que não O conhecemos’. IA é lente, não olho. Amplia a visão, mas quem vê é ainda o humano.”
· “A IA poderia testar a coerência lógica de doutrinas, achar contradições, propor pontes entre ciência e fé, comparar em minutos 10 mil manuscritos em aramaico, grego etc. e achar intertextualidades perdidas”.
· “Com tudo isso, o pesquisador não entenderia Deus. Mas entenderia a criação num nível bem mais fascinante. E provavelmente terminaria a pesquisa com mais humildade.”
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Da minha parte, continuo me guiando pelo fundamental: “Deus é amor e quem permanece no amor permanece em Deus”.
A. A. de Assis
Foto – Reprodução
