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POPULAÇÕES

Estas são as populações de países da América do Sul: Brasil – 213.562.666, Colômbia – 53.936.226, Argentina – 46.003.734, Peru – 34.922.148, Venezuela -28.633.711, Chile – 19.945.850, Equador – 18.444.506, Bolívia – 12.749.291 e Paraguai – 7.095.279.

INSEGURANÇA

Motivo de apresentarmos essa estatística: comparando vemos como é imenso o número de cidadãos brasileiros que vivem sob ameaça de armas. Pagam chantagens, extras no gás, energia, água, internet, transporte, etc.

OS DONOS

Os permanentes donos de favelas e núcleos densamente povoados são as facções criminosas, com destaque para o PCC e CV. Organizadas, armadas com milhares de fuzis, metralhadoras (inclusive antiaéreas), granadas, drones, etc., fazem guerra cada vez que a polícia e o Estado tentam invadir.

TAMANHO

Dominando 41% do Brasil onde moram 69 milhões de pessoas, as facções criminosas ocupam territórios maiores em área e em populações que cada um de todos os demais países da América do Sul. Têm o comando das áreas que ocupam graças às fortunas do tráfico, outros crimes e à incompetência de governos.

RIGIDEZ

Falta ao Estado brasileiro a determinação seca e direta dos Estados Unidos ao declarar PCC e CV como organizações terroristas. Para que recebam das forças internacionais, judiciário e polícias, os rigores de leis rígidas.

INICIATIVA

Um dos responsáveis por essa determinação estadunidense é o candidato de oposição ao Palácio do Planalto, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ele foi procurar o presidente Donald Trump para conseguir esse posicionamento.

TRATAMENTOS

Fora das fronteiras do Brasil os integrantes das facções vão receber tratamento de guerra, de terroristas internacionais. Resta esperar o posicionamento do presidente Lula, se aceita e entende que a iniciativa é positiva para o Brasil onde o crime já contamina áreas de poder.

PROTEÇÃO

Indiretamente, neste momento Lula está protegendo as facções sob a alegação que a designação permitiria, no limite, que os EUA promovessem uma operação militar para caçar terroristas em território nacional.

PERSEGUIÇÃO

Outro objetivo da designação pelos EUA é facilitar o congelamento de ativos do narcotráfico, investigação e monitoramento de bandidos, troca de informações de inteligência, aplicação de sanções financeiras, banimento de vistos, criminalização do apoio material, com armas, dinheiro ou treinamento, entre outros.

OBRAS

Circula no meio político que prefeitos estão apreensivos com obras prometidas por Guto Silva quando era secretário das Cidades e com o nome proposto para suceder Ratinho Júnior. Temem que as obras não iniciadas fiquem só no papel.

ESPERNEIO

A preocupação de centenas de prefeitos foi feita após audiência do secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, na Assembleia Legislativa. Ele foi claro: por conta das restrições do ano eleitoral, muitos convênios e promessas de obras ficarão pelo meio do caminho.

SEM MEIOS

Secretário que sucedeu a Guto, Fernando Giacobo já deu a entender que pouco ou nada pode fazer diante de uma “imensidão” de promessas. Inclusive disse que “a obra que não tiver com a primeira medição em 4 de julho, o convênio não pode andar com transferência de recursos do Estado”.

LENTIDÃO

Cochicham no Centro Cívico que estaria em curso uma espécie de “operação tartaruga”. Como grande número de recursos prometidos não tem lastro correspondente no tesouro do Estado, a fórmula é enrolar e deixar passar o atual governo.

CANDIDATURA

Com esse quadro cada vez mais visível, o temor governista é de que a insatisfação dos prefeitos respingue e prejudique a candidatura de Sandro Alex. Quem conhece o riscado da política sabe o que acontece em uma situação como essa: o governante truca e oferece mais obras para ganhar credibilidade.

DISCURSO

Enquanto a tempestade se forma, Ratinho repete que Sandro Alex foi escolhido para dar continuidade à sua gestão realizadora. E que foi o candidato, quando secretário, que o ajudou a “tirar todas obras do papel”.

ESFORÇO

O governador também afirma, olhando nos olhos de outras lideranças, que a candidatura de Sandro “tem crescido de forma muito rápida”. Também que só agora começam a associa-la com seu governo vencedor. Tudo bem, mas as pesquisas não corroboram essas afirmações.

AMPLIAÇÃO

Ratinho também afirmou anteontem, que possivelmente o Podemos e a União Progressista, federação formada pelo PP e pelo União Brasil, juntem forças com a campanha que ele comanda. E que o Podemos poderá anunciar esse apoio nos próximos dias.

FLEXIBILIDADE

O senador Sergio Moro defendeu a PEC do “horário flexível” após a Câmara dos Deputados ter aprovado o fim da escala 6×1. Afirmou em Foz do Iguaçu que a redução da jornada sem corte salarial cria uma promessa irreal.

CONTA

Segundo Moro, o que está sendo colocado para os brasileiros é: vai trabalhar menos e vai ganhar igual. A gente sabe que essa conta não fecha”. Disse que “a vida não é fácil” e que a melhora de renda depende de “estudo” e de “trabalho”.

APARECEU

O sumido senador Oriovisto Guimarães (PSDB) deu o ar da graça em razão da PEC que acaba com a jornada 6×1. Classificou a redução como um “benefício estúpido” e uma ação “eleitoral”.

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