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Comissão cobra reforço na fiscalização para identificar origem do mau odor

A Comissão Especial de Estudos da Câmara de Maringá decidiu intensificar as investigações sobre o mau odor que há meses vem sendo registrado em diferentes regiões da Cidade. Em reunião realizada ontem, 13, os vereadores aprovaram novos encaminhamentos, entre eles o pedido para que o Instituto Água e Terra (IAT) reforce a fiscalização em empresas apontadas em denúncias relacionadas ao problema.

Além do ofício ao IAT, a comissão agendou para o próximo dia 16 de julho, às 9h, uma reunião com representantes do Instituto Água e Terra (IAT) e do Instituto Ambiental de Maringá (IAM). Os órgãos deverão apresentar relatórios técnicos detalhando as ações já realizadas para apurar a origem do odor.

Os documentos solicitados incluem informações sobre fiscalizações, visitas técnicas, notificações, autos de advertência, laudos e demais medidas adotadas pelos órgãos ambientais. A intenção é avaliar o que já foi feito e identificar possíveis lacunas na investigação.

Segundo o presidente da comissão, vereador Diogo Altamir, o material será decisivo para orientar os próximos passos dos trabalhos. A partir da análise dos relatórios, o colegiado também avaliará a necessidade de contratar uma consultoria técnica especializada nas áreas industrial e ambiental para auxiliar na identificação da origem do problema.

O edil Daniel Malvezzi afirmou que a contratação de um especialista deve ser baseada em critérios técnicos e dependerá das informações apresentadas pelos órgãos ambientais. Na mesma linha, o vereador Pastor Sandro defendeu cautela com os gastos públicos e destacou que qualquer contratação precisa demonstrar efetiva contribuição para o avanço das investigações.

Outro ponto discutido durante a reunião foi o número de reclamações registradas pela população por meio do serviço 156. De acordo com os vereadores, as ocorrências permanecem frequentes, indicando que o problema continua afetando moradores de diferentes bairros e reforçando a necessidade de ampliar as ações de fiscalização.

Criada para acompanhar o caso, a Comissão Especial de Estudos busca identificar as causas do mau odor e cobrar medidas que resultem em soluções permanentes para o problema. Os parlamentares pretendem acompanhar de perto as ações dos órgãos ambientais e, com base nos dados técnicos, definir novas diligências e eventuais medidas legislativas.

Da Redação
Foto – Reprodução

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