Antiga base do Samu preocupa moradores
Antigo prédio do Samu acumula lixo e sofre furtos em Maringá

O prédio da antiga base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), localizado ao lado do Parque Alfredo Werner Nyffeler, está abandonado e tem gerado preocupação entre moradores da região. O local apresenta sinais de falta de manutenção, com acúmulo de lixo, além de relatos de queima de resíduos e furtos de fiação.
A situação chegou à Câmara Municipal por meio do Requerimento nº 452/2026, que solicitou informações à Prefeitura sobre a previsão de recuperação, reforma, readequação ou definição de uma nova destinação para o imóvel. O requerimento foi aprovado em discussão única na sessão de 25 de agosto.
Em nota, a Prefeitura de Maringá informou que o imóvel pertence ao município e que a Secretaria de Saúde está elaborando um plano de ação para a reforma. Segundo a administração, a obra chegou a ser iniciada na gestão anterior, mas não foi concluída. A atual gestão afirma que não havia contrato vigente que permitisse a continuidade dos serviços.
Neste momento, o município realiza um levantamento dos custos necessários para a intervenção e articula o projeto com a Secretaria de Obras Públicas e Serviços Públicos (Promusep).
A previsão é que, após a reforma, o espaço possa voltar a funcionar como base Norte do Samu, retomando uma função ligada ao atendimento de emergência na região.
Enquanto o imóvel permanece sem utilização, moradores relatam problemas relacionados à conservação e à segurança do espaço. Entre as situações apontadas estão o descarte irregular de lixo, queima de materiais e retirada de fiação.
Para um morador próximo da região, é uma tristeza o lugar estar nessa situação: “É muito ruim ver uma estrutura tão boa quanto essa abandonada, podendo ajudar tantas pessoas! O Samu é muito importante para nossa cidade, deveria ter uma estrutura à altura”, declarou.
A localização, próxima ao Parque Alfredo Nyffeler, aumenta a preocupação de quem frequenta a área e de moradores do entorno. A Prefeitura informou que, neste momento, trabalha na elaboração do projeto e no levantamento dos custos para definir as próximas etapas da recuperação do prédio.
A retomada do espaço como base do Samu dependerá da conclusão do planejamento, da definição dos recursos necessários e da execução das obras.
Da Redação
Foto – Ric TV



