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SEM BRIGAS

Apesar do ano eleitoral provocar choques políticos, os vereadores de Maringá conseguiram eleger os membros das comissões permanentes da Câmara Municipal em clima tranquilo, de cordialidade exemplar. Sem cotoveladas, tudo foi decidido em meia hora.

FORA

Ficaram fora das comissões, por decisão própria, os vereadores Mário Verri, Flávio Mantovani, Giselli Bianchini e Ana Lúcia. Segundo entendimento, por serem pré-candidatos ao legislativo estadual. Querem se dedicar à campanha eleitoral.

ESCOLHIDOS

A Comissão de Finanças e Orçamento agora é presidida pelo competente Sidnei Telles (Pode), tem como vice Uilian da Farmácia (União) e ainda Daniel Malvezzi (Novo), Diogo da Lotérica (PSDB) e Guilherme Machado (PL).

CCJ

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) é presidida por Odair Fogueteiro (PP), e tem como vice Luiz Neto (Agir). Os membros: Ângelo Salgueiro (Pode), Willian Gentil (PP) e Bravim Júnior (PP).

 CPG

A Comissão de Políticas Gerais (CPG) tem pela primeira vez uma representante do sexo feminino na presidência: Akemi Nishimori (PSD), vice Guilherme Machado (PL) e membros o Professor Pacífico (Novo), Ítalo Maronezze (PDT) e Diogo da Lotérica (PSDB).

DENÚNCIA

Várias pessoas procuraram a Polícia Civil, ontem, para registrar queixas contra uma empresa imobiliária que estaria praticando vigarices em Maringá. Reclamam de golpes relacionados com locações e também com investimentos e venda de imóveis.

LOCAÇÃO

Uma das vítimas é a conhecida apresentadora Cristina Calixto. Segundo ela, tem dificuldades em receber os alugueis de um imóvel, cuja locação delegou à imobiliária. O prejuízo acumulado em valores não repassados já soma cerca de R$ 40 mil.

MAIS

Outra vítima reclama perda de R$ 250 mil em dois negócios de transação de apartamentos. Outro cliente disse ter investido R$ 20 mil para uma renda de 10% ao mês, mas só recebeu dois valores de R$ 2 mil.

LEVANTAMENTO

As queixas começam a se acumular na 9ª. SDP. Outras vítimas preferem manter anonimato. O dono da imobiliária diz que não cometeu atos de apropriação indevida, estelionato e falsidade documental.

CLIMA PESADO

No horário em que a coluna era concluída, ontem, ainda não havia sido iniciada a primeira sessão do ano da Câmara Municipal de Sarandi. Mas a previsão era a pior possível. A pauta tinha assuntos explosivos e na vizinha cidade a população costuma se mobilizar e pressionar os vereadores.

NÚMERO

Dentre as polêmicas propostas está a de aumentar o número de vereadores de 10 para 13 a partir da próxima eleição municipal. Ela tem apoio de todos os vereadores, menos do vereador Aparecido Bianco, do PT.

GRANA

Outro projeto ancorado em oito apoios propõe um grande reajuste para os futuros salários, saltando dos atuais R$ 11,1 mil para R$ 16,7 mil. Incluso, a criação do 13º salário de férias anuais. Segundo os vereadores elas são constitucionais.

PREFEITO

Outro projeto da pauta, com apoio de oito edis, propunha aumento do salário do prefeito, de R$ 27,3 mil para R$ 31 mil; do vice de R$ 13,9 mil para R$ 19 mil; e os dos secretários de R$ 10,8 mil para R$ 15,9 mil.

DE VOLTA

O quarto projeto também de natureza financeira, refere-se ao pagamento de diárias para os deslocamentos dos vereadores a outros municípios. Interessante observar que esse pagamento foi extinto em 2019 e agora volta.

GALHARIA

O vereador Luiz Neto protocolou um requerimento na prefeitura cobrando o recolhimento de galhos espalhados pela cidade, resultado de podas de árvores efetuadas pela Copel. Segundo ele, prejudicam o trânsito nas calçadas principalmente e afetam a mobilidade urbana.

VIGILÂNCIA

Segundo o vereador, líder do prefeito na Câmara, a cobrança faz parte das obrigações como vereador. E o recolhimento é obrigação da concessionária. Denúncia que próximo do Hospital do Câncer, galharia ficou nas calçadas durante mais de um mês.

CONTINUA

A prisão de pessoas por aquelas acusações do 8 de janeiro continua. Acaba de ser presa em Cascavel uma mulher de 52 anos condenada pelas tais tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, associação criminosa armada e dano qualificado a prédios públicos.

DESOBEDIÊNCIA

A brasileira foi capturada por determinação do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, após constatação de “violações reiteradas das medidas cautelares anteriormente impostas”. Ela rompeu o lacre da tornozeleira, fugiu para a Argentina e acabou sendo expulsa, de volta. 

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