
SERIA UM CONTO?
Será que o presidente do STF Edson Fachin acredita que os brasileiros engoliram seu arremedo de autoridade de presidente dos ministros com toga? É risível e deplorável propor um código de ética para magistrados do nosso Supremo!
EXCESSOS
Essa turma que está se lambuzando em excessos com viés político não vai ceder nada, nenhum apoia esse puxão de orelha. Fachin deverá propor algo um pouco rígido, tipo um “Caminho Suave” para magistrados indóceis! E isso depende também do resultado da eleição, pois antes “não vai dar tempo!”
CARONA
Candidato que precisa aparecer, o senador Sérgio Moro (União-PR) declarou apoio à proposição de Fachin com frase que embute crítica aos ministros judiciais: “A ideia do Estado de direito, a ideia da democracia, a ideia da liberdade é que ninguém está acima da lei”.
PREJUDICANDO
Magistrado experiente e combativo, Moro disse que decisões recentes dos ministros do STF têm sido prejudiciais ao país. Atribuiu à jurisprudência da Corte o enfraquecimento de investigações e condenações, incluindo casos ligados à Operação Lava Jato.
ERRADO
Moro mencionou inclusive que decisões monocráticas resultaram na anulação de condenações e na devolução de valores a réus confessos: “Existe um consenso na sociedade de que há alguma coisa fora do lugar, falta de mecanismos de controle apropriado sobre a atuação dos atuais ministros do STF”.
“ERROS”
O senador afirmou que parte do STF tem “…exorbitado e cometido erros legais que não são, de qualquer maneira, justificáveis”. Citou para inspiração da cartilha do Fachin, o exemplo da Suprema Corte do Japão onde periodicamente há uma revisão popular da atuação dos juízes.
POLITICANDO
Os presidentes Lula, do Senado, da Câmara e do Judiciário reuniram ontem para um banho de luz sob os holofotes da patrocinada imprensa “amiga”. Apresentaram um “pacto contra o feminicídio”.
TRABALHO
A ação, denominada “Todos por Todas”, é decorrência de um novo recorde de casos, 1.470 em 2025. O discurso: “O pacto visa não apenas punir, mas transformar a cultura de violência, com atenção especial a mulheres negras, indígenas, quilombolas, periféricas e com deficiência, visando reduzir os altos índices de violência doméstica e família”.
PROPÕE
O pacto propõe integração para proteção e punição rápidas e exemplares e o que mais falta: monitoramento. Se o Estado conseguisse pelo menos proteger as mulheres que denunciam, já seria um grande avanço e queda das estatísticas.
PREPARAÇÃO
Como um atleta que se prepara física e emocionalmente para uma prova difícil, o governador Ratinho Júnior cumpre as últimas agendas antes de 15 dias de descanso com a família nos Estados Unidos. Entre os compromissos agendados está o Show Rural dia 9 em Cascavel.
CONCORRENTE
O cenário político analisa que Ratinho só não conseguirá vaga de candidato à presidência da República se Tarcísio de Freitas abandonar a ideia de reeleição em São Paulo. Tem mais: outro fator importante é o governador Romeu Zema (MG) que já declarou que será vice do paranaense.
EFEITO
Com Tarcísio fora da corrida presidencial, a bolsa de apostas sobe o score de Ratinho. Principalmente entre os políticos e eleitores que querem novos caminhos, insatisfeitos com a polarização PL/PT.
CASA ARRUMADA
Todo candidato precisa, além da indicação, ter base firme. No caso do Paraná, nosso governador terá importante missão em março: escolher o sucessor do trono do Palácio Iguaçu.
DISPUTA
Na avaliação inteligente do empresário e político maringaense Evandro Unifamma Oliveira, a disputa sucessória se resume ao secretário Guto Silva e ao presidente da Assembleia, Alexandre Curi. E a missão de Ratinho como líder é difícil e dupla: além de ungir um, não poderá abandonar o outro. É preciso manter a união de forças, explica Evandro!
OLHA O CLÃ AÍ!
Os irmãos Dias que durante muito tempo prevaleceram na política paranaense podem estar de volta. Pelo menos 50%, o irmão Álvaro (MDB), já está saindo a campo para retomar a cadeira que ocupou no Senado.
O DE SEMPRE…
O irmão Osmar, segundo amigos, como sempre aparece, mas fica no vai-não-vai. Lembrando que já perdeu uma campanha de governador por ter entrado tarde demais e que em 2018 desistiu mesmo estando à frente nas pesquisas de intenção de voto.
PARA…
A princípio o nome de Osmar Dias, que tem grande apoio na agricultura, seria para o Senado. Mas, se posicionando já está o irmão Álvaro. Podem até provocar dúvidas, porém não se enganem: eles nunca se defrontaram em campanha política.
