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EM POLÍTICA…

Paira no Estado a suspeita de que o governador Ratinho Júnior teria feito um acordo secreto com o senador Sérgio Moro, em que jogaria a sucessão ao Palácio Iguaçu de presente para o maringaense.

LIDERANÇA

Ocorre que Moro está muito à frente de todos outros nomes possíveis para suceder o atual governador. Para vencê-lo, Ratinho teria que se esforçar muito para transferir votos na tentativa de eleger um ungido.

RISCO

Além disso, o governante correria grave risco de, em caso de derrota, “sujar” seu currículo político vencedor. E justamente no momento em que registra uma aprovação recorde de mais de 80% dos paranaenses.

UNGIDO

Análise da atitude do governador ao desistir dos mais bem cotados Guto Silva (PSD) e Alexandre Curi (Republicanos), mostra que ele preferiu menor prejuízo político ao não escolher um dos dois, pois o que “sobrasse” se transformaria em inimigo irreconciliável.

FRACO

Fora os nomes, a escolha leva em conta também as costuras políticas, pois o deputado escolhido (Sandro Alex), é do mesmo partido do governador. Um candidato até agora pesado, que passa a impressão que não vai decolar nem para alcançar um provável segundo turno.

ANÁLISE

Por outro lado, se Ratinho não aparecer na campanha, também não criará uma nova força dentro do próprio partido. Eleger companheiro equivale a “criar cobra” para a próxima eleição em que procurará retomar o Governo do Paraná, ou sair candidato à Presidência da República.

CONSEQUÊNCIA

Aproximação do deputado federal Ricardo Barros (PP) e Rafael Greca (MDB), que conversaram na Expo Londrina, seria uma consequência do que rola em torno de Ratinho. Os dois são políticos de peso e podem até trazer mudanças para a campanha que se aproxima.

MOTIM

Por outro lado, a pré-candidatura de Sandro Alex vai de mal a pior. Ao invés de provocar adesões, causa defecções. Prefeitos e vereadores do Norte/Noroeste também estão mobilizados contra a derrota anunciada.

PRESSÃO

Estão concatenando mobilização para que Ratinho repense a indicação de sucessão. Querem que aponte Alexandre Curi, um nome muito bem cotado que pode bater à altura com o candidato Sérgio Moro. Há quem queira também que Ratinho dispute vaga para o Senado.

VIDA QUE SEGUE

Enquanto isso, o ex-secretário das Cidades Guto Silva já dá pistas sobre o que fazer com a bagagem política adquirida. Tudo indica que vai buscar uma vaga para disputar cadeira na Câmara Federal.

IDEM

Enquanto isso, embora ainda mexa os pauzinhos e conte com uma legião de companheiros inconformados, Curi não abre mão da distante chance de substituir o mal ungido Alex. Se não der, vai disputar uma das duas vagas para o Senado.

BAILANDO

Implantado recentemente em Sarandi, o grupo de ballet do projeto Eu Cuido registra expressivo resultado. Na primeira competição disputada com 30 concorrentes, em Londrina, conseguiu honroso terceiro lugar.

ESFORÇO

Foi uma luta para conseguir ônibus, trajes, taxas de inscrição, etc., diz a professora de ballet Angélica de Oliveira Tavares. Valeu a pena, pois a estreia das meninas Eloah, Manoela, Nicole, Nicoli, Alice e Maria Clara foi um sucesso.

EMPREGOS

É triste constatar que Maringá comece a semana com mais de mil (1.183) vagas de empresas oferecidas por empresas locais. A grande maioria para mão de obra sem experiência!

OPORTUNIDADES

Muitas empresas oferecem inclusive treinamento! Mesmo assim, a cidade continua cheia de marmanjos “guardando carros”, esmolando, fuçando contêineres, furtando e usando drogas em espaços públicos.

ALIMENTAÇÃO

A Prefeitura abrirá na sexta-feira mais um Restaurante Popular no mais populoso bairro, o Alvorada. Almoço a R$ 5 para quem trabalha e para quem não trabalha.

MENOS

Em número desses restaurantes vamos empatar com a capital: 5. Ponta Grossa, Cascavel e Londrina oferecem menor número desses almoços subsidiados. É mais um atrativo maringaense para novos moradores.

MAIS

A propósito de restaurante popular, a cidade de Contagem, em Minas Gerais, é a que mais oferece. Seu almoço diário custa R$ 8, jantar R$ 3. E quem quiser também pode levar marmitex para casa por R$ 10.

AFASTAMENTO

Homem de opiniões firmes que colidem com a movediça política, a arteira busca por espaços de poder, o médico Heine Macieira divulga que desligou do PP e do deputado federal Ricardo Barros.

DESACORDO

Ex-secretário de Saúde e ex-administrador do distrito de Iguatemi, Heine diz que não concorda com alguns posicionamentos políticos recentes do deputado. E que considera melhor afastar do que entrar em discordâncias.

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