Maringá registra mais de 50 mortes por síndromes respiratórias

Maringá registrou 52 mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada à influenza em 2026, segundo dados da Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Saúde. O levantamento, atualizado até 21 de setembro, aponta que o número de óbitos já supera em 23 casos o total registrado durante todo o ano de 2025, quando foram contabilizadas 29 mortes.
A diferença representa um aumento de aproximadamente 79% nos óbitos associados à influenza. Os dados deste ano, no entanto, ainda são parciais e consideram o período de janeiro a setembro.
A maior concentração de mortes em 2026 ocorreu entre junho e agosto. Foram registrados 12 óbitos em junho, 16 em julho e dez em agosto. Em setembro, até o dia 21, foi contabilizada uma morte. Os meses de junho e julho concentraram, portanto, o maior número de registros do ano.
Em 2025, o cenário foi diferente. Os meses com maior número de mortes foram maio e junho, com nove óbitos em cada período. Ao longo de todo o ano, Maringá contabilizou 29 mortes por influenza.
O levantamento da Secretaria de Saúde também mostra uma redução nas mortes por SRAG associada à Covid-19. Em 2025, foram registrados 13 óbitos entre moradores de Maringá. Já em 2026, até 21 de setembro, foram contabilizadas quatro mortes.
A diferença é de nove óbitos a menos, o que corresponde a uma redução de aproximadamente 69% em relação ao total registrado no ano passado.
Os dados consideram moradores de Maringá e levam em conta a data de início dos sintomas. As informações foram extraídas do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe) e repassadas pela Prefeitura de Maringá.
Da Redação
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