Maringá

Conselho de Gestão Fiscal de Maringá empossa novos representantes

O Conselho de Gestão Fiscal de Maringá passou a contar com dois novos representantes para o mandato 2026/2029. Claudete Cristina Iwata, indicada pelo Sindicato da Habitação e Condomínios (Secovi), e Agnaldo de Jesus Rossini, indicado pelo Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Noroeste do Paraná (Sinepe), tomaram posse sexta-feira, 09, durante cerimônia realizada no Paço Municipal.

O colegiado tem a função de acompanhar e avaliar aspectos relacionados à gestão dos recursos públicos municipais, contribuindo para a transparência e o aprimoramento da administração financeira da Cidade.

Durante a cerimônia, o prefeito Silvio Barros destacou a importância de conciliar responsabilidade fiscal com a proteção de famílias em situação de vulnerabilidade social. Segundo ele, é necessário encontrar mecanismos que diferenciem os casos de inadimplência daqueles em que a falta de pagamento está relacionada à incapacidade financeira. “Embora eu seja contra o Refis, programa de refinanciamento de dívidas, por entender que estimula a inadimplência, não podemos aceitar que famílias vulneráveis percam o seu único imóvel por falta de capacidade contributiva. A gestão fiscal precisa de responsabilidade, mas, acima de tudo, de humanidade”.

O secretário da Fazenda, Carlos Augusto Ferreira, também ressaltou a busca por alternativas que permitam manter o equilíbrio entre a responsabilidade na arrecadação e a proteção social. De acordo com ele, a equipe técnica trabalha na análise de possibilidades que respeitem a legislação e ofereçam soluções para situações de vulnerabilidade. “Nossa equipe já está trabalhando para encontrar caminhos técnicos e regulatórios que permitam uma solução justa e amparada pela legislação, conciliando eficiência na gestão fiscal com a proteção das pessoas em situação de vulnerabilidade”.

CONSELHO

Criado em 2017, o Conselho reúne profissionais com conhecimento e experiência nas áreas de Direito, Ciências Contábeis, Economia, Finanças e Administração Pública.

Os integrantes exercem suas funções de forma voluntária e têm mandato de três anos. Entre as atribuições do colegiado estão o acompanhamento de documentos e informações relacionados às contas municipais, além da elaboração de relatórios, balanços e demonstrativos contábeis.

Da Redação
Foto – Reprodução

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