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Flim terá 15 escritores nacionais e internacionais

Com o tema ‘A América é Nossa’, a Flim 2026 reunirá mais de 15 escritores nacionais e internacionais

A Prefeitura de Maringá confirmou a realização da 13ª Festa Literária Internacional de Maringá (Flim), que será realizada entre os dias 14 e 18 de outubro de 2026, na Travessa Jorge Amado. Com o tema “A América é Nossa”, o evento reunirá mais de 15 escritores nacionais e internacionais e terá uma programação voltada à valorização da literatura, da diversidade cultural e da democratização do acesso à leitura.

Reconhecida como patrimônio cultural imaterial de Maringá, a Flim passou a integrar, em 2026, o Calendário Oficial de Eventos do Estado do Paraná por meio da Lei Ordinária nº 22.992. O reconhecimento reforça a importância do festival no cenário cultural paranaense e nacional.

A programação contará com mesas de conversa, lançamentos de livros, oficinas, atividades infantis, apresentações artísticas, contação de histórias, estandes de livrarias e distribuição de vale-livros para estudantes da rede de ensino. As atividades serão abertas ao público de diferentes faixas etárias, reunindo escritores consagrados, novos talentos e autores maringaenses.

Entre os primeiros convidados confirmados estão nomes como Amara Moira, Auritha Tabajara, José Falero, Geni Núñez, Mel Duarte, Ryane Leão e a escritora venezuelana María Elena Morán, além de outros autores que representam diferentes gêneros literários e perspectivas da produção contemporânea.

A curadoria da edição de 2026 analisou 163 nomes antes da definição dos primeiros convidados. Entre os 15 escritores já anunciados, quatro receberam o Prêmio Jabuti e três participaram da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Juntos, os autores possuem milhões de seguidores nas redes sociais, fator que, segundo a organização, pode contribuir para aproximar novos públicos, especialmente os jovens, da literatura.

O tema “A América é Nossa” propõe uma reflexão sobre a diversidade histórica, cultural e literária do continente americano, com destaque para narrativas latino-americanas e para autores que ampliam o espaço de vozes indígenas, negras, periféricas e de diferentes grupos sociais.

“A Flim é um encontro entre pessoas, histórias e diferentes formas de enxergar o mundo. Em 2026, queremos fortalecer ainda mais esse diálogo, aproximar a população da literatura produzida na América Latina e valorizar a economia criativa. Serão cinco dias de programação plural, acessível e de qualidade para todos”, afirmou o secretário de Cultura de Maringá, Tiago Valenciano.

Antes da programação principal, a Secretaria de Cultura (Semuc) promoverá a Pré-Flim nos dias 11 e 12 de setembro, no Centro de Ação Cultural Márcia Costa (CAC). A iniciativa terá como objetivo apresentar uma prévia do festival, lançar a programação oficial e ampliar o contato da comunidade com atividades literárias.

Entre os autores confirmados estão escritores de diferentes áreas e trajetórias, como Amara Moira, referência na literatura trans brasileira; Auritha Tabajara, primeira cordelista indígena do Brasil; Geni Núñez, escritora e ativista indígena Guarani; José Falero, autor que retrata o cotidiano das periferias urbanas; Mel Duarte, poeta e escritora que aborda ancestralidade e resistência; Rafael Calça, vencedor do Prêmio Jabuti por histórias em quadrinhos; além de nomes como Tatiana Nascimento, Ryane Leão, Rodrigo Ciríaco e Raul Ruffo.

A programação completa da Flim 2026, com datas, horários, atrações e novos convidados, será divulgada posteriormente pelos canais oficiais da Prefeitura de Maringá.

Da Redação
Foto – PMM

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