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Zonas Eleitorais promovem ação sobre voto consciente com pessoas idosas

O público participou de palestras sobre as eleições e de uma dinâmica para identificar e combater informações enganosas.

A 66ª e a 137ª Zonas Eleitorais (ZEs) de Maringá promoveram nesta semana uma ação voltada à conscientização sobre a importância do voto com participantes do programa Universidade Aberta à Terceira Idade (Unati), da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

O encontro teve como foco a participação das pessoas idosas no processo eleitoral e os cuidados necessários para identificar informações falsas ou enganosas relacionadas às eleições. A programação também abordou direitos, acessibilidade e o funcionamento da votação.

Durante a atividade, a juíza eleitoral da 66ª ZE, Carmen Lúcia Rodrigues Ramajo, ministrou uma palestra sobre desinformação e seus impactos no processo eleitoral. Segundo a magistrada, conteúdos desinformativos não se limitam a informações completamente falsas.

Ela explicou que a desinformação também pode ocorrer quando um dado está desatualizado, é manipulado ou apresentado fora de seu contexto original. Para ajudar os participantes a identificar esse tipo de conteúdo, a juíza apresentou métodos de autochecagem e indicou iniciativas especializadas na verificação de informações.

Entre os projetos apresentados estão o Gralha Confere, do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), e o Fato ou Boato, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A chefe de Cartório da 66ª ZE, Patrícia Gasparro Sevilha, abordou os direitos das pessoas idosas durante a votação. Entre os temas apresentados estiveram o atendimento prioritário para eleitores com 60 anos ou mais, a possibilidade de acompanhamento durante a votação, os recursos de acessibilidade e o transporte especial.

Ao destacar a importância da participação eleitoral na maturidade, Patrícia afirmou que “a idade não diminui o valor do voto”.

A chefe de Cartório da 137ª ZE, Elaine Berbete, também ressaltou o papel das pessoas idosas na construção da cidadania. Segundo ela, a participação eleitoral na maturidade pode servir de exemplo para as gerações mais jovens e demonstra que o exercício da cidadania permanece ao longo da vida.

Ela também destacou que o voto das pessoas idosas pode contribuir para ampliar a discussão sobre direitos e influenciar políticas públicas voltadas à população na maturidade.

Ao final do encontro, os participantes puderam conhecer na prática o funcionamento da urna eletrônica por meio de uma simulação de votação. A atividade permitiu que os idosos tirassem dúvidas sobre o processo eleitoral e se familiarizassem com os procedimentos utilizados durante o pleito.

Da Redação
Foto: TRE

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