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REVERSÃO

O “fico” de Ratinho Júnior mudou o ambiente no Palácio Iguaçu. O retorno do comandante instila confiança e começam as reuniões para reverter o quadro pintado pelas pesquisas eleitorais.

BATALHA

O clima é de preparativos para a batalha dos votos. Confrontado com Ratinho, Sérgio Moro deixa de ser o favorito da corrida sucessória do Governo do Paraná.

FASE

Iniciando a organização das forças governistas a espera é de que Ratinho finalmente escolha o nome que carregará sua bandeira. Dizem, comentam que ele deverá apoiar o secretário Guto Silva (PSD).

CONSEQUÊNCIAS

A não ser que Ratinho seja muito convincente no jogo político do ganha-ganha, a escolha por Guto ou pelo deputado Alexandre Curi, será problemática. Se preterido, o presidente da Alep poderá inclusive mudar de time.

VISIBILIDADE

Por outro lado, boa parte do time mais político de Ratinho mantém um pé atrás e não se posiciona. Aguarda pesquisas eleitorais, estuda os candidatos disponíveis. Se os números apontarem Curi…

VERSÕES

Exemplo de versões em política é a saída do senador Sérgio Moro da União Brasil. Ele saiu para entrar no PL. O UB divulga que a Executiva comandada por Moro foi “derrubada” pelo presidente nacional do partido, Antonio Rueda.

PERDA

A verdade é uma só: o UB perdeu e muito com a saída de Moro. Tinha protagonismo com a força dessa candidatura. Não tem nome para substitui-lo com nome que polarize na disputa pelo governo do Paraná.

DE VOLTA

O ex-presidente Jair Bolsonaro ganhou, por graça do quadro doentio que apresenta há meses, a condição provisória de ficar preso em casa. Parece incrível, mas tem gente, do lado dele, que não gostou!

SITUAÇÃO

É que estando preso, veja só, Bolsonaro renderia mais votos em sua condição de preso político perseguido pelo atual governo e seus cúmplices alojados no Supremo. Será!

SEM BAGUNÇA

O ministro Alexandre de Moraes liberou prisão domiciliar, mas especificou: se houver qualquer manifestação ou barraco a distância de até um quilômetro da casa, Bolsonaro será levado de volta para a penitenciária.

DOIS PESOS

Vê-se por aí, claramente, que a Justiça é cega, mas quem a aplica não. Durante todo o tempo em que Lula esteve preso, houve acampamento de petistas próximo. Incomodaram até a vizinhança.

PRESO OU NÃO

O efeito humanitário do gesto de Moraes, entendem experts em política, mexe muito com a sucessão presidencial. Derruba parte do discurso de Flávio Bolsonaro, como filho de pai injustamente preso na Papudinha.

VISIBILIDADE

Por conta desse “prejuízo” aumentam as possibilidades de que o melhor candidato da oposição seja o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos), “dono” do Estado com maior eleitorado.

BANDITISMO

O presidente assinou e entrou em vigor a Lei Anti Facção criminosa. Ela fortalece a capacidade de atuação do Estado contra organizações criminosas e o mais importante, carrega nas penas de reclusão para líderes de bandos.

JOGO DURO

A norma estabelece penas mais severas para líderes de facções, com reclusão de 20 a 40 anos. Também cria mecanismos de asfixia financeira, logística e material dos grupos.

GUERRILHA

Outro detalhe: prevê punições mais duras para condutas praticadas por organizações violentas, grupos paramilitares ou milícias que, mediante violência ou grave ameaça, atentem contra a paz, a segurança da coletividade ou o funcionamento de instituições.

ENQUADRAMENTO

A nova lei enquadra os que sofrerão seus rigores ao definir como facção criminosa toda organização ou grupo de três ou mais pessoas que empregue violência, grave ameaça ou coação para controlar territórios, intimidar populações ou autoridades, atacar serviços, infraestrutura ou equipamentos essenciais.

RIGOR

Lideranças conectadas a esses crimes deixam de ter benefícios como anistia e indulto, fiança ou liberdade condicional. A progressão de pena fica mais restrita. Em alguns casos, exige-se até 85% do cumprimento em regime fechado, e líderes de facções devem cumprir pena ou prisão preventiva em presídios de segurança máxima.

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