
Foi uma ofensiva em grande escala na região para combater o crime organizado que atua em fraudes contra clientes da Caixa e o seguro desemprego
As ações, batizadas de “Pligma” e “Escriba”, além da Operação “Labor Fictus”, revelam a sofisticação de esquemas criminosos que atuavam em diferentes regiões do país, com prejuízos que podem alcançar milhões de reais. Nas duas operações, Maringá foi apontada como principal foco, pois aqui funcionava uma espécie de QG do esquema de estelionato, que fraudava registros para sacar seguro desemprego.
A Operação Labor Fictus foi deflagrada simultaneamente em cidades do Paraná e São Paulo, onde o grupo criminoso utilizava a estrutura de empresas de contabilidade e registros falsos com nome de terceiros. Assim, os bandidos criavam vínculos inexistentes, solicitando, e obtendo, o pagamento do Seguro-Desemprego.
Além de Maringá foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Marialva, Paranaguá, Curitiba e Santana de Parnaíba, em São Paulo. As investigações partiram do Ministério do Trabalho e Emprego, cuja inteligência atuou em conjunto com a Polícia Federal no cumprimento de 10 mandados expedidos pela Justiça.
Da Redação
Foto – PF
