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Município volta a ter queixas de mau cheiro

Maringá voltou a registrar reclamações de mau cheiro em diferentes regiões do município. Moradores dos bairros Jardim Olímpico e Parque das Palmeiras relataram, nos últimos dias, a presença de odores fortes e persistentes, o que reacendeu o debate sobre as possíveis origens do problema.

Segundo relatos da população, o cheiro é percebido em diferentes horários do dia e varia em intensidade, causando desconforto e preocupação entre os moradores. As reclamações foram registradas na Ouvidoria 156 da Prefeitura no último domingo.

Diante das novas ocorrências, a Prefeitura de Maringá informou, por meio de nota, que a equipe de fiscalização do Instituto Ambiental de Maringá (IAM) está monitorando as denúncias feitas pela população.

O órgão afirmou que vem analisando os registros para identificar padrões, como bairros com maior número de ocorrências, horários mais frequentes, possíveis fontes geradoras de odores e a direção dos ventos no período das queixas.

De acordo com a administração municipal, o levantamento auxilia as equipes de fiscalização em campo e orienta ações para identificação das possíveis causas do problema. O trabalho é realizado pelo IAM em parceria com o Instituto Água e Terra, órgão estadual responsável pelo licenciamento e fiscalização ambiental.

A Prefeitura também destacou que parte das atividades potencialmente geradoras de odores é licenciada pelo Estado, o que torna necessária a atuação conjunta entre os órgãos municipais e estaduais para investigação e possível responsabilização.

A questão do mau cheiro na Cidade não é recente. Em 2019, uma empresa de compostagem orgânica chegou a ser embargada por problemas relacionados a odores. No mesmo período, um abatedouro de frangos foi multado em R$ 1 milhão após a constatação de irregularidades ambientais. Na época, uma comissão especial da Câmara Municipal apontou que o problema poderia estar relacionado a diferentes fatores, como atividades industriais sem controle adequado de odores, queda de grãos de soja de vagões ferroviários na região central e possíveis vazamentos na rede de esgoto.

Da Redação
Foto – Reprodução

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