Francês Press

É BOMBA
A imprensa internacional qualifica como “bomba” a repercussão da notícia sobre as trocas de mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e um número atribuído ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
CUMPLICIDADE
O Estado de S. Paulo publicou que tudo indica que o ministro discutiu com o banqueiro a possibilidade da PF deflagrar a primeira fase da Operação Compliance Zero e a estratégia que deveria adotar para não ser preso por determinação judicial.
SUSPEITAS
O jornal espanhol El País afirmou que “Moraes permanece em silêncio diante dessas revelações, que caíram como uma bomba atômica a menos de cinco semanas das eleições”. Também que suspeitas dessa relação já haviam surgido há meses, diante da revelação de que o escritório da esposa de Moraes havia sido contratado pelo banqueiro.
ENVOLVIMENTO
O El País também destaca que o ministro André Mendonça — que liberou o sigilo das mensagens — e Moraes “estão envolvidos numa luta silenciosa pelo poder dentro do tribunal há meses”.
TREMORES
Por outro lado, o jornal La Nación, argentino, manchetou que
“Um terremoto político e institucional está abalando os alicerces do Supremo Tribunal Federal do Brasil”. Também que o “juiz mais poderoso” do país está “no centro de um escândalo sem precedentes”.
FATO NOVO
Os 10% obtidos pelo candidato “nanico” Augusto Cury (Avante) nas últimas pesquisas eleitorais desenvolvem teorias políticas. A primeira é que os demais candidatos têm se apresentado mal.
OPÇÃO
Dentre outras, mais possível é a opinião de que os eleitores buscam saída contra a polarização Bolsonaro/Lula. Consideram ambos extremados demais, procuram um candidato de perfil mais equilibrado.
FUTURO
Cury tem, se mantiver a imagem, bom futuro político. Afinal, perante a opinião pública tem deixado comendo poeira candidatos experientes, os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado, e Romeu Zema, de Minas Gerais.
DISPUTA
Pesquisa Quaest divulgada ontem, encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo, traz cinco simulações de prováveis percentuais de votos em segundo turno, colocando frente a frente Lula e os demais opositores na corrida presidencial.
EMPATE
O principal cenário apresentado envolve o atual presidente e o candidato Flávio Bolsonaro: empate técnico. Lula conseguiria 42% dos votos e Flávio 41%. Observação: em pesquisa semelhante, há dez dias, Lula tinha 1 ponto à mais e Bolsonaro 1 ponto a menos.
TRABALHEIRA
A Copel informa que suas equipes estão trabalhando desde segunda-feira para normalizar o fornecimento de energia para clientes de todo Paraná. Atendem mais de 180 mil consumidores que foram afetados em diversas cidades.
EX-EDIL
Maringá perdeu ontem o ex-vereador Christian Ronaldo. Mais conhecido como “Urso”, estava internado com problemas de diabetes.
FARES
Outra perda considerável foi a do advogado Fares Jamil Feres. Bem relacionado, competente e popular desde que protagonizou uma propaganda de televisão usando traje árabe e falando, com sotaque: “Água brimo, água!”
PERDEU
No início deste ano inclusive Fares “revirou” os arquivos da imprensa local para recuperar esse comercial e mostrar para os netos. Não encontrou!
ENDIVIDAMENTO
Enquanto houver campanha o governo não deixa de acenar tentativas para angariar votos. O diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, afirma que o governo deve lançar – em breve – novas medidas em breve que visam combater o endividamento.
FOCOS
Os focos serão o cartão de crédito e o crédito não consignado, duas das linhas que mais preocupam o BC. Ele também pontuou que é preciso ter um olhar “macro-prudencial principalmente nas linhas mais caras”, se referindo às duas modalidades na mira do BC. Cá entre nós, não existe milagre. Ninguém vai pôr mais dinheiro no bolso dos brasileiros!
UEM FORTE
A advogada Gisele Mendes de Carvalho vai assumir e virar a chave da UEM. Ganhou a eleição e será reitora por quatro anos a partir de outubro.
LUTAS
Sua principal bandeira é a defesa da autonomia universitária. Com ela a UEM deverá ampliar a presença na sociedade e manter diálogo com os governos, sem abrir mão da independência institucional.



