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BRIGA GRANDE

Reduto onde estão as forças que realmente mandam no país, o Supremo Tribunal Federal enfrenta irreconciliável divisão interna. A raiz do problema: o ministro André Mendonça, baseado em forte estofo moral e religioso, se atreve a enfrentar o até então inatacável Alexandre de Moraes.

ACUSAÇÃO

Acostumado a tomar iniciativas de caráter político, impopulares e até ao arrepio do que seria legal e ético, Moraes foi com tudo – como faz no tribunal – para cima de Mendonça acusando-o de tentar prejudicá-lo com vazamentos de contatos dele com Vorcaro.

POR POUCO

Quase chegaram às chamadas vias de fato em pleno STF quando Moraes usou tom de ameaça e ao contrário do que esperava, Mendonça não afinou. Não é um mero patriota; está na mesma altura de poder que o careca.

TENTATIVA

Acostumado a transigir com excessos às vezes arbitrários, Moraes tentou enredar com pedido ao Tribunal para investigar suposto envolvimento de Mendonça no inquérito das fake news.

NEGATIVA

Foi um tiro na água: o pedido foi negado pelo presidente Edson Fachin.

Mais: no mesmo despacho, o presidente da Corte deu 5 dias úteis para Mendonça e a Procuradoria-Geral da República (PGR) elaborarem um parecer sobre as alegações de Moraes.

INTERMINÁVEL

Alvo de críticas pela demora em encerrá-lo, o inquérito das fake aniversaria: sete anos. Dizem que tramita em ambiente de ditadura, nos porões do poder. Em sigilo total, não se sabe nada sobre conteúdo e conclusões.

INTERFERINDO

O presidente Lula também está incomodado com a cisão no STF. Em posicionamento pró Moraes criticou o que denominou de “indústrias das fake news e dos vazamentos seletivos”. Por isso quer que Fachin e o procurador geral da República, Paulo Gonet, assumam providências nesse processo.

MOTIVAÇÃO

Para Lula, o vazamento de trechos de investigações tem objetivos políticos e econômicos: “O que nós não podemos nesse país é oficializar a indústria das fake news, dos vazamentos seletivos por interesses políticos ou econômicos. Não é possível. Nós vamos perder a credibilidade que nós queremos que a sociedade tenha na Justiça”.

QUASE ENFORCADO

Um ciclista ficou ferido quinta-feira em Maringá, ao ter o pescoço atingido por um cabo pendente da rede de energia elétrica. Com o fio enroscado, ele acabou caindo e fraturou uma das mãos.

SALVANDO

A caminho de uma operação, chamados, GMs e PMs, acabaram com um racha de carros na antiga pista do aeroporto de Maringá. Apreenderam quatro veículos que além de manobra perigosos, também tocavam som alto, incomodando a vizinhança.

APREENSÕES

Os policiais apreenderam um Hyundai Veloster, um Chevrolet Cruze, uma BMW X1 e um Toyota Corolla. Os veículos foram recolhidos ao pátio. Entre março e julho, foram realizadas 27 blitze, 14 operações em cruzamentos escoltas.

RIGOR

Com o excesso de acidentes e óbitos no trânsito local, a Secretaria de Mobilidade Urbana vem procurando identificar pessoas, motos e carros envolvidos. O objetivo é tirá-las de circulação, antes que se estabaquem, às vezes prejudicando outras pessoas.

CESTINHA

O Procon fez pesquisa sobre os preços da cesta básica em Maringá. Segundo a coordenadora Audilene Rocha, do mês de agosto para setembro esse preço diminuiu: de R$ 144,43 para R$ 143,54, uma diferença de R$ 0,89, ou seja, uma redução de -0,62%.

CANA DURA

Falando ontem na Jovem Pan de Maringá, o candidato a governador Sérgio Moro falou sobre guerra com todos os recursos possíveis contra o crime organizado. Disse inclusive um objetivo: construir para os bandidões uma penitenciária de segurança máxima estadual.

DESINTERESSE

Segundo o abalizado Paraná Pesquisas, faltando um mês para o primeiro turno da eleição, a maioria dos paranaenses ainda não decidiu em quais candidatos vai votar. O percentual, mais de 51%, coloca fogo nas campanhas eleitorais.

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