Maringá, 01 de Abril de 2020
OdontoAtual Della Pizza
 
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ADEMAR SCHIAVONE
Memórias de um bom sujeito
 

A BELA LUZ DA LUA É SOMENTE O REFLEXO DO BRILHO DO SOL

AS PODEROSAS
Quando em 1992 assumi a presidência do SAOP – Serviço Autárquico de Obras Públicas – do município de Maringá, na solenidade de posse ela foi incisiva: “É pra ficar até o fim do mandato. Necessitamos disso”.
A poderosa Cida Borghetti, mulher do prefeito Ricardo Barros, já era uma pessoa determinada e extremamente consciente das necessidades da cidade e da responsabilidade que o marido tinha como prefeito.
A partir dali passei a conviver muito com a poderosa e linda mulher. Conheci de perto sua determinação e sua competência no conduzir as coisas da cidade e da política. A Cida tem um carisma muito grande.  Sabe o que quer e porque quer.  Foi assim enquanto primeira-dama.  Cumpriu seu papel com desenvoltura e competência, opinando determinantemente na propaganda que era feita, na condução do Provopar, na condução do voluntariado que já se avolumava com o então prefeito. E na condução amorosa e sábia do marido, enquanto homem.
Em 94 veio a campanha para a eleição do Ricardo à Câmara Federal.  Ela conduzia o escritório político, e de campanha, com o sorriso costumeiro, mas com a determinação de quem sabia o que era preciso fazer. E brigava por isso.
A determinação e a argúcia da Cida foram determinantes para o sucesso eleitoral do marido.  A campanha foi duríssima, na expressão exata da palavra: dura mesmo. Faltava dinheiro pra tudo.  Mas a Cida não desanimava. Nas seguintes continuou igual. Com mais folga financeira, claro.
Em 2000 com o marido reeleito foi candidata a prefeito.  Na verdade ela não queria disputar de jeito nenhum. Achava que não dava. Que não tinha jeito. Mas o Ricardo a convenceu. Perdeu para o José Claudio, mas fez uma campanha belíssima onde demonstrou, publicamente, a sua imensa capacidade  de comunicar-se com o povo. Gostou do resultado e se aprofundou na arte de fazer campanha pessoal.  Virou no maior sucesso político eleitoral da cidade.
Confesso,  que já fã da Cida, passei a ser um admirador da sua forma de fazer campanha.  Era meio sem jeito no inicio, mas aprendeu rápido e fez escola.
No pedir voto a voto, pessoalmente, ela é brilhante. Veio a eleição para a Assembléia em 2002 e em 2006, a reeleição. 
Fácil, fácil. 
Ela virou a Cida de Maringá.
Como deputada tem uma conduta marcante.  Como gente que respeita as pessoas, aumenta a cada dia o seu fã clube particular.  A cada eleição o numero de voluntários é maior.  O de votos também.
Cida Borghetti é uma mulher que diz o que pensa, sabe o que diz, e, poderosa como é, continua com a frágil aparência da mulher bonita e brilhante que sempre foi. E, certamente, continuará sendo, politicamente, por muito tempo, a mulher mais poderosa de Maringá.  E merece.

O  NÓ  DA  VIDA
Em uma reunião de pais, numa escola da periferia, a diretora incentivava o apoio que os pais devem dar aos filhos.
Ela ficou surpresa quando um pai dos mais humildes se levantou e explicou que era impossível dar atenção ao filho. Quando se levantava para ir trabalhar ele estava dormindo. Quando retornava à noite ele já estava na cama.
Mas ele contou que, em todas as noites, ia ao quarto do filho, dava um beijo nele e, para que ele soubesse que estivera ali, dava um nó no canto do lençol. Isso acontecia todas as noites. Quando o filho acordava e via o nó, sabia que o pai tinha estado ali.  Era o meio de comunicação entre eles.
A diretora ficou emocionada e mais ainda, quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
Isso nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai se fazer presente na vida do filho.
O pai humilde encontrou a sua, simples, mas eficiente.
E o mais importante: o filho sabia através do nó afetivo, o que o pai estava dizendo.
Você pode encontrar a maneira mais eficiente de dizer ao seu filho o quanto você o ama.
Seja sensato.  Haja com sabedoria.  Não basta ser pai. É preciso participar.  Mesmo que só dizendo, sorrateiramente: eu te amo. Com um nó.
Só construiremos um novo mundo amando e orientando as nossas crianças. A começar pelos filhos. E netos.

MEMÓRIAS DE UM BOM SUJEITO
Em 10 de maio de 1947, Maringá tornou-se vila, distrito, de Mandaguari. Até então, era um aglomerado de casas, cheia de picadas abertas em meio à mata para se cumprir com o traçado no papel pelos engenheiros da companhia colonizadora.
Um ano  depois, em 1948, a cidade já contava com duas escolas: os grupos escolares do Maringá Velho e o do Maringá Novo.  Para comemorar o primeiro aniversário de fundação da vila, um desfile escolar pelas poeirentas ruas e arremedos de avenidas.
Lá estávamos nós, alunos, com o guarda-pó branco, desfilando garbosos ao som de um repique acionado pelo Djalma Menezes e dois tambores. Um deles nas mãos do Carlos Borges.
As nossas afáveis e dedicadas professoras, também de guarda-pó, iam ensinando a gente a marchar pelas ruas. Não houve nenhum ensaio antecipado.
Foi o primeiro desfile escolar da cidade de Maringá: 10 de maio de 1948.
O nosso sub-prefeito era o Levy de Aguiar Tupan, nomeado administrador do distrito pelo prefeito de Mandaguari, estava presente, todo engravatado e de terno. Aliás, um costume comum à época. Os homens usavam paletó e gravata para ir à igreja, participar de festas populares e de bailes. Mesmos os arrasta-pés. As mulheres usavam a melhor roupa. Era a oportunidade de fazer festa.
Além do prefeito e dos pais dos alunos das duas escolas, os pioneiros importantes, como Ângelo Planas, Otavio Perioto, Lafaiete Tourinho, Napoleão Moreira da Silva, Alfredo Maluf, Rodolpho Bernardi, Alfredo Nieffeller, Joaquim Macaco, José Moreno, Rodolpho Philipe, Valdemiro Verneck, Fiori Progiantti, e tantas outras figuras ilustres que ajudaram a construir essa cidade maravilhosa.
Aluno do Grupo Escolar do Maringá Novo - que depois recebeu o nome de Grupo Escolar Osvaldo Cruz - participei com muito orgulho, daquele primeiro desfile em homenagem à minha cidade.
Dos companheiros de classe lembro-me de Antonio Francisco Perioto, Arlindo Peralta, Sadako e Shigueki Ando, Irivaldo Joaquim de Souza, Irineu Robles Ortega, Aparecido Bazotti, Jorge Campos, Anísio Monteschio.
Pena que o Paulo Ueta ainda não estivesse na cidade para registrar esse acontecimento marcante na historia da nossa Maringá, com sua máquina fotográfica.

MARINGÁ –  Ccônego Benedito Vieira Telles
Maringá, a flor gentil
do poeta e dos de agora,
verde e dama do Brasil
ninada em sonhos de outrora.

Maringá nasceu da mata,
batizada de canção,
será sempre a nossa “gata”,
menina do coração!

TÔ FORA
O Helio Gremes Pereira, primeiro vice-prefeito e segundo prefeito de Sarandi, deixou definitivamente a política desde terminou seu mandato em 1992.
Sempre que nos vemos ele reafirma a sua convicção de que não dá mais para fazer política. Os políticos de hoje, em todos os setores, perderam totalmente a vergonha e o respeito por eles mesmos.  Envergonham os que, como ele, fizeram política objetivando, unicamente, ajudar aos mais necessitados.
Uma pena. O Helio sempre foi um bom sujeito. Fez muito pela sua cidade. E sua gente.
 
COMO VIVER 200 ANOS
Vá a mais lugares
Abrace mais amigos
Dance mais
Diga menos não
Invente menos problemas
Coma mais sobremesa
Ria de si mesmo
Plante uma arvore
Tire mais fotos
Visite o fundo do mar
E o topo de uma montanha
Beije mais
Conte mais piadas
Se apaixone mais vezes
Mesmo que seja pela mesma pessoa.

A COISA TÁ FEIA
Um menino ainda, presidente de uma ONG, só com uma entrevista, consegue paralisar uma licitação de vital importância para uma cidade como Maringá.
Depois de cinco anos planejando um edital capaz de resolver o problema do lixo, a equipe de assessores do prefeito ainda faz um edital falho e que, o presidente de uma ONG que nem é daqui, consegue suspende-lo.
A coisa tá feia mesmo.
Esse problema do lixo já deveria estar equacionado há muito tempo.
Enquanto isso o tempo passa, os projetos se avolumam, os problemas mais ainda.
Quando será que teremos coleta seletiva e tratamento adequado para o lixo que se produz na cidade?

PRECIPITAÇÃO...
O traçado do Contorno Norte vem sendo feito há muito tempo. Agora provoca manifestações da população que se diz prejudicada pela via. Do jeito que  está, daqui a pouco tempo, vai provocar novos e enormes investimentos para resolver problemas previsíveis.
Foi o que aconteceu com a linha férrea e com a Avenida Colombo.
O crescimento da cidade será muito maior para o norte. Exatamente onde o contorno está sendo construído. Será que não houve precipitação no aprovar a obra?  O importante agora é encontrar solução imediata para o problema criado.  Depois custará muito mais e dará muito mais trabalho conseguir dinheiro a fundo perdido.

LULA LÁ...
Tenho para comigo que o Luizinho está convicto de que, em 2014 será candidato imbatível a presidente. A sua teimosia em manter Dilma Russef como candidata demonstra isso.
Dilma perdendo, não importa quem ganha.
Luizinho é candidato em 2014 e fica mais oito anos no poder.
Bem pensado.
E do jeito que a ministra mente nas coisas mais simples, vai perder mesmo.
É o que interessa ao nosso sagaz e imaginativo presidente.

A VIDA, ÀS VEZES, PARECE UMA CORRIDA DE OBSTÁCULOS.  MAS NÃO É.

 
  
Os artigos, conceitos e opiniões pessoais são de inteira responsabilidade do autor.
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