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SUBIU NO TELHADO

Polêmico desde que era vereador, briguento, o deputado estadual Renato Freitas deverá desfalcar a bancada do PT na Assembleia Legislativa do Paraná. Ele deverá ter o mandato cassado.

ÉTICA

O destino político dele depende das decisões da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Alep, onde tem três encrencas estudadas por deputados. O presidente da comissão é Aparecido Jacovós, conhecido por ser delegado e político linha dura.

ESPERNEIO

Ontem Freitas subiu à tribuna da Assembleia afirmando que está sendo perseguido politicamente. E que isso ocorre desde que denunciou casos de corrupção naquela casa de leis.

PRÓS E..

Companheiro de partido, outro deputado, o Professor Lemos, defendeu os posicionamentos extremados de Freitas, afirmando que ele está sendo injustiçado. Já o deputado Delegado Tito Barichello, exaltou como positiva a possível perda de mandato do petista.

PREVISÃO

Desde o mês passado a coluna já tinha informação de fonte segura de que o mandato de Renato Freitas deverá ser cassado até o mês de junho. Hoje a decisão da Comissão de Ética vai a plenário para uma decisão que promete ser explosiva e causar confusão.

ESFORÇO

Confusão provocada por legislador petista não é exclusividade do Paraná. Sábado durante a festa dos 50 anos de Mundo Novo (MS), deu trabalho e foram necessários vários homens do “deixa disso” para conseguir conter a vereadora Eliete Feitosa.

VIOLENTA

Em acesso de fúria a vereadora conhecida como “Neguinha do PT” queria agredir o deputado federal Rodolfo Nogueira, o “Gordinho do Bolsonaro”. Tudo porque – discursando – ele se manifestou contra a prisão do ex-presidente.

FUJÃO

Outro político “homenageado” pela crônica policial na última semana é o presidente da Câmara de Vereadores de Xambrê, Ademir Leite da Silva (PL), conhecido como Ademir Cabeção.

ENROLÃO

Com prisão decretada por agredir a esposa, Cabeção gravou toda a discussão que teve com a equipe policial que foi detê-lo em casa. Quando viu que lábia não bastava, pediu “só para calçar um par de tênis”.

VELOZ

Realmente calçou, mas aproveitou para ganhar os fundos da residência, pular muros de vários vizinhos e desaparecer. Agora advogado negocia a apresentação dele, desde que não seja preso.

SENADO

O governador Ratinho Júnior não está poupando sua sigla, o PSD, de candidatos ao Senado. Desta forma, sem querer (?) facilita a vida de Gleisi Hoffmann (PT) que não tem muita visibilidade para alcançar uma das duas cadeiras de senador no Paraná.

DIVISÃO

Acontece que uma das cadeiras já seria do ex-governador Álvaro Dias, conforme pesquisas eleitorais. No time do governador podem dividir os votos restantes Guto Silva (PSD), o deputado Alexandre Curi (Republicanos), a jornalista Cristina Graeml (PSD) e o ex-secretário de Segurança, Cel. Hudson (PSD).

CAMPANHA BRAVIA

Em Curitiba a campanha eleitoral já chegou às vias de fato. Duas panfleteiras se desentenderam violentamente. Uma foi de unhas e dentes e a outra de canivete, acertou dois pontaços, nas costas e costelas, perfurando o pulmão. Uma presa, outra hospitalizada.

FARÓIS

Nas rodovias estaduais passa, mas nas federais não: e preciso usar o farol baixo, ou nos carros que têm a luz de rodagem diurna (DRL). Se policial rodoviária federal pegar a multa é de R$ 130,16, além de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

PEDÁGIO

A cidade de Marialva está em pé de guerra contra a nova concessionária da rodovia. A Justiça Federal concedeu uma liminar favorável à concessionária EPR determinando o fechamento do acesso aberto nas proximidades do pedágio da BR-376.

ALEGAÇÃO

A Justiça cita que a concessionária alegou riscos à segurança viária e possível impacto no equilíbrio econômico do contrato de concessão devido ao desvio de veículos do sistema de cobrança free flow.

PERIGO

O juiz também cita preocupação com manobras consideradas perigosas no trecho.  Ao mesmo tempo, a própria decisão reconhece que existe uma discussão paralela envolvendo os impactos do pedágio sobre moradores locais.

REVOLTA

Em nota oficial a Prefeitura de Marialva manifesta indignação diante da decisão liminar que autorizou a empresa EPR a fechar a estrada rural às margens da BR-376. É grande o impacto causado à população rural, prejudicada para acessar a cidade e realizar atividades básicas do dia a dia.

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